Paulo Octávio diz em carta que falta de apoio o fez renunciar ao cargo

O governador interino do Distrito Federal, Paulo Octávio (sem partido), enviou nesta terça-feira à Câmara Legislativa do DF sua carta de renúncia do cargo. O documento foi entregue por deputados distritais aliados. Na carta, que tem seis folhas, ele alega falta de apoio político para deixar o cargo.

“Nenhuma dessas premissas [apoio político] se tornou realidade e, acima de tudo, o partido a que pertencia solicitou aos seus militantes que deixem o governo. Sem o apoio do DEM, legenda que ajudei a fundar no DF e a qual pertencia até hoje, considero perdida as condições para solicitar respaldo de outros partidos no esforço de união por Brasília”, diz.

Paulo Octávio assumiu o governo no dia 11, quando o governador José Roberto Arruda (sem partido) foi preso e afastado do cargo por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ele e Arruda são suspeitos de participar de um esquema de arrecadação e pagamento de propina no DF.

Segundo Paulo Octávio, “sem que existam condições políticas, torna-se impossível permanecer à frente do poder executivo sobretudo em circunstâncias tão excepcionais”.

Na carta, Paulo Octávio também ressalta que Arruda poderá reassumir o cargo quando deixar a Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde o dia 11 acusado de tentar subornar uma testemunha do suposto esquema de corrupção.

“[Arruda] Continua a ser o governador da cidade pode portanto em tese retornar às suas funções a qualquer momento”, diz.

Com a renúncia de Paulo Octávio, o presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima (PR), deve assumir interinamente o governo do DF.

Na carta, ele diz que “o excelentíssimo senhor presidente da Câmara Legislativa possui as atribuições constitucionais para exercer as funções de chefe do Executivo”.

O esforço de Paulo Octávio de continuar no cargo era para evitar a intervenção no DF solicitada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. “O objetivo era evitar que a autonomia política e administrativa do DF venha a ser gravemente afetada por decisão judicial”, diz ele na carta.

“Quanto a mim, deixo o governo, saio da cena política e me incorporo às fileiras da cidadania”, afirma Paulo Octávio ao encerrar a carta.

Recuo

Na semana passada, Paulo Octávio irritou os deputados distritais e a cúpula do DEM ao ensaiar a renúncia e depois recuar. No discurso, Paulo Octávio ainda fez referências ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para se manter no governo. Na avaliação do comando do DEM, ele assinou sua ficha de desfiliação ao citar o presidente.

Na ocasião, Paulo Octávio disse que permanecia no governo do Distrito Federal pelo menos até o STF (Supremo Tribunal Federal) decidir sobre a intervenção no DF.

Desfiliação

Hoje à tarde, pressionado pela cúpula do DEM, Paulo Octávio pediu sua desfiliação do partido. Ele encaminhou o pedido para o presidente nacional da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ).

Segundo o líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), Paulo Octávio não apresentou motivos para pedir desfiliação. No entanto, ele estaria evitando ser expulso da legenda. “Ele já sabia que não se enquadrava mais nas nossas diretrizes.”

A bancada do DEM no Senado já havia decidido hoje, por unanimidade, pedir a expulsão de Paulo Octávio na reunião da Executiva marcada para amanhã. O partido também havia dado prazo até amanhã (24) para que o governador interino decidisse se queria ficar no partido ou no governo.

Com informações da folha online

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Carnaval de Murad é um fracasso

O secretário de Saúde, Ricardo Murad, montou um carnaval paralelo na cidade de Coroatá.

Não mediu esforços e nem economizou grana para fazer o melhor carnaval de todos os tempos.

Contratou as bandas mais caras, mandou asfaltar todo o local, distribuiu transporte para transportar os foliões e fez muito mais.

Ainda por cima, para atrair a multidão, mandou sortear motos e outros presentes não inferiores.

Apesar de tudo, a população preferiu mesmo o carnaval patrocinada pela prefeitura de Coroatá.

O carnaval do prefeito Luiz do Amovelar bombou. O de Ricardo Murad foi um fracasso.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Cabão engana deputados

O prefeito de Cantanhede, conhecido pela alcunha de Cabão, é um político peitudo. Diz que apóia a reeleição de Chico Gomes, para Deputado Estadual. Mas, basta o parlamentar dar as costas para ele, Cabão sai com Alberto Franco a tiracolo.

Nada demais, caso tivesse bem na “fita”. O problema é que Cabão já não pode mais participar de eventos que reúnam mais de dez pessoas sob pena de ser vaiado, ou seja: se pega vaias é porque o povo desaprova sua administração e, dessa forma, não tem moral para pedir votos nem pra ele próprio, que dirá para dois candidatos que competem entre si.

Na eleição de 2008, Cabão conseguiu levar o eleitorado de Cantanhede na lábia. Foi eleito com boa margem de diferença. Mas, pelo jeito ainda não se deu conta de que faz uma administração catastrófica. Nem as vaias, a cada dia mais frequentes e intensas, tem servido para ele reconhecer o fracasso da sua administração.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Procura-se sub secretário

O secretário adjunto de Ciência e Tecnologia, Lauro, é um técnico muito atarefado.

Quando não é encontrado na secretaria, não é visto em nenhum outro órgão ligado a Ciência e Tecnologia.

As pessoas reclamam que é mais fácil ser atendido pelo secretário Waldir Maranhão do que conhecer Lauro, o sempre ausente.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

O Vasco quis perder, mesmo

O meu Vasco tinha e teve tudo para vencer o Botafogo e levar a Taça Guanabara.

Não quis. Jogou melhor que o adversário, mas evitou finalizar.

Ganhamos uma partida antes de goleada: 6×0.

Então, por que não repetimos o mesmo placar?

Só vejo uma única razão: o vascão queria mesmo era disputar com o Flamengo.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Ficou em casa

Amigo de humor refinado sugere o seguinte a respeito do dinheiro arrecadado no Baile de Gala:

: Se o dinheiro não foi doado ao VOS, então ficou pra nós”.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Perguntinha inocente

Quem ficou com a renda do Baile de Gala. Antes toda a arrecadação era doada ao VOS, com a presença da imprensa. E agora?

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Asfalto Sonrisal de Castelo

O blogue denunciou o uso de asfalto de péssima qualidade pela prefeitura da capitalna execução dos serviços de tapa buracos.

O asfalto utilizado nas ruas e avenidas de São Luís não resistiram as primeiras chuvas do inverno que ainda não se iniciou. Dinheiro público jogado na lata do lixo.

Hoje, pela manhã, a prefeitura retomou os serviços de recuperação das vias esburacadas,pela avenida Jerônimo de Albuquerque, na altura do cohafuma.

Indaguei a um operário se era o mesmo asfalto. Claro que sim. O mesmo asfalto sonrisal que será levado pelas águas das próximas chuvas.

Até quando a teimosia orientará o prefeito João castelo?

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

PT aprova liberdade na escolha de alianças

Em congresso nacional realizado hoje pela manhã,em Brasília, o Partido dos Trabalhadores aprovou resolução em que permite liberdade para que os diretórios estaduais escolham suas alianças.

Mas deixou claro que a executiva nacional poderá bater o martelo em caso de divergência interna nos diretórios estaduais.

A princípio a resolução do partido agradou a maioria dos petistas do Maranhão, que pretende fazer aliança com o PCdoB para apoiar o nome do deputado Flávio Dino ao governo do Maranhão.

Por outro lado, deixou muitos petistas com a pulga atrás da orelha. É que alguns líderes do PT maranhense querem aliança com o PMDB de Roseana Sarney.

Haverá divergência interna no PT local, mas nada que os delegados não possam fazer prevalecer o desejo da maioria. Assim funciona a democracia.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Governo dará suporte para reeditar a greve de 79

O prefeito da capital, João Castelo, deve ficar atento ao movimento que começa a ser desenhado para que seja reeditado em São Luís a greve estudantil de 1979.

É bem verdde que há seis anos os preços da tarifas de transporte coletivo não eram majorados.

O então prefeito Tadeu Palácio segurou de um lado os empresários do setor e do outro amarrou os “líderes” estudantis com empregos na Semtur. Canindé Barros, secretário na época, operou com maestria.

Agora, soube, boa parte das “lideranças” repousa nos cabides da Secretaria de Esporte e Juventude, de onde estaria recebendo orientações para colocar o movimento nas ruas. É o governo de Roseana empurrando os estudantes para a rebeldia.

O aumento concedido nos preços da tarifas pelo prefeito João Castelo pegou a todos de surpresa, principalmente a classe trabalhadora, que mais sente no bolso; até porque sãos os pais dos alunos.

O aumento era necessário, mas não precisa atingir patamares antipáticos e insuportáveis.

O prefeito deveria ter buscado outras soluções, como a redução de impostos para o setor, ou coisa parecida.

Mas preferiu a malandragem de liberar o aumento no período carnavalesco, imiginando, talvez, que a população seja boba.

Soube que, desde ontem, os “líderes” estudantis estão se reunindo para fazer uma megamovimento em frente a sede da prefeitura, na próxima quarta-feira, dia 24.

Pretendem levar o maior número de alunos para protestar contra o aumento nos preços das passagens.

A PM de Roseana Sarney estará de prontidão. Caso João Castelo utilize os mesmos métodos de 79, quando era governador do estado, aí teremos a repetição da greve de 79. Com uma diferença: o movimento de 79 surgiu de forma natural, das reuniões do DCE da Ufma, e não fabricado em laboratórios ou secretarias, como vem acontecendo agora.

Acompanhe o Blog do Luis Cardoso também pelo Twitter™ e pelo Facebook.