"Militância" de Roseana Sarney agita São Luís

Centenas de “militantes” da campanha da coligação “O Maranhão Não Pode Parar”, da candidata Roseana Sarney, agitou ontem em ruas, praças e avenidas de São Luís.

Ao preço de R$ 4o reais por cada um, os “militantes” se espalharam pela Litorânea, nas proximidades do comitê de campanha do deputado Ricardo Murad, e em vátios cruzamentos da cidade.

Os “militantes” se concentram no espaço Batuque Brasil de onde saem para realizar as manifestações e retornam para buscar a grana.

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“Militância” de Roseana Sarney agita São Luís

Centenas de “militantes” da campanha da coligação “O Maranhão Não Pode Parar”, da candidata Roseana Sarney, agitou ontem em ruas, praças e avenidas de São Luís.

Ao preço de R$ 4o reais por cada um, os “militantes” se espalharam pela Litorânea, nas proximidades do comitê de campanha do deputado Ricardo Murad, e em vátios cruzamentos da cidade.

Os “militantes” se concentram no espaço Batuque Brasil de onde saem para realizar as manifestações e retornam para buscar a grana.

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João Alberto quer ser prefeito de Bacabal

O vice-governador João Alberto trabalha sua candidatura ao Senado Federal de olho em 2012. Deseja mesmo encerrar a carreira política administrando sua cidade: Bacabal.

João Alberto foi sacado da vice na chapa de Roseana por causa do acordo nacional com o PT, que envolveu o nome do suplente de deputado federal Washington Oliveira.

O vice-governador detesta Brasília e cada vez mais receio de altura. Será um sacrifício se deslocar a cada semana para a capital federal.

O sonho de João Alberto, alimentado pelo correligionários, é voltar a dirigir a prefeitura de Bacabal. Terá o apoio da ala por ele comandada e mais o aval do atual prefeito, Raimundo Lisboa.

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Jackson Lago é recebido com grande festa em S. J. de Ribamar

Jackson Lago estará nesta segunda-feira no município de Barra do CordaJackson Lago estará nesta segunda-feira no município de Barra do Corda

O município de São José de Ribamar recebeu o candidato ao governo do estado, Jackson Lago (PDT), com uma grande festa no final da tarde de sábado. Centenas de pessoas aguardaram o candidato da coligação “O Povo é Maior”, no bairro do Outeiro, entrada da cidade balneária situada há 27 quilômetros do centro de São Luís.

Uma grande carreata se formou e seguiu pela MA-201 até a avenida Gonçalves Dias, passando pelos bairros do Outeiro, Moropoia, Cruzeiro até chegar a Praça da Igreja Matriz do santo padroeiro do Maranhão. Ao lado dos candidatos ao Senado, Roberto Rocha e Edson Vidigal, os dois do PSDB, da deputada e candidato à reeleição Graça Paz, e do deputado federal e candidato à reeleição, Julião Amim, ambos do PDT; e do ex-prefeito de Ribamar, Júlio Matos, também pedetista, Jackson Lago fez todo o percurso em carro aberto. No caminho foi saudado por mulheres, homens, jovens e crianças que manifestaram apoiar o retorno do pedetista ao Palácio dos Leões.

Em frente ao cemitério na praça da Tesoura, houve os discursos para a multidão de ribamarenses. O ex-prefeito Júlio Matos foi o primeiro a falar. Comemorou a grande caravana de apoio ao candidato – a primeira manifestação na região metropolitana de São Luís desde sua homologação como candidato ao governo. Segundo afirmou o ex-prefeito ribamarenses, ao contrário dos outros comícios realizados na cidade não foi necessário pagar cachê para atrair público. “Aqui não tem ninguém pago. Nos outros comícios pagaram dez reais por pessoa. Temos certeza de que o ribamarense tem consciência do seu voto”, festejou Matos.

Ao público, já no início da noite, Jackson Lago destacou um feixe de razões que levaram o grupo que domina a política no estado há décadas a maquinar sua deposição do governo com auxílio da superestrutura do poder em Brasília.

“Eles cassaram nosso mandato e desrespeitaram o voto de mais de 1,3 milhões de eleitores porque estávamos trabalhando e que era possível fazer uma boa administração com o dinheiro público”, reafirmou.

Jackson Lago estará nesta segunda-feira no município de Barra do Corda, onde cumpre agende de campanha. Ele já percorreu mais de 60 municípios maranhenses. Em todos por onde tem passado as manifestações de apoio confirmam que a população maranhense quer fazer valer sua vontade, manifestada nas urnas em 2006, quando o pedetista venceu como o mais votado entre os postulantes ao governo do Estado.

Da assessoria

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Ministro de Lula elogia trabalho de Zé Reinaldo

Em visita ao Maranhão para manifestar o apoio aos candidatos da Coligação Muda Maranhão, liderada por Flávio Dino (PCdoB), o ministro Orlando Silva (Esportes), ressaltou o empenho e ações do candidato a senador José Reinaldo Tavares (PSB), quando governador do estado que incentivaram o esporte.

A declaração de Orlando Silva foi feita durante grande comício que reuniu centenas de pessoasA declaração de Orlando Silva foi feita durante grande comício que reuniu centenas de pessoas

O ministro, responsável pela campanha vitoriosa do Brasil para sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas ressaltou a importância de se eleger um representante do Maranhão para o Senado Federal com compromisso com o esporte. “Quando foi governador, Zé Reinaldo fez muito pelo esporte do Maranhão. Agora preciso dele no Senado para ajudar o esporte brasileiro”, ressaltou Orlando Silva. E completou: “Não se impressione com as pesquisas divulgadas, com as pesquisas forjadas. Para nós, o que vale é a pesquisa da rua”.

GOVERNO ZÉ REINALDO INVESTIU NO ESPORTE

De 2002 a 2006, quando esteve à frente da administração estadual, foram diversas ações desenvolvidas no Governo Zé Reinaldo pelo esporte maranhense. Entre elas, o programa Bolsa Atleta, iniciado aqui e que serviu de modelo para o Governo Federal. Apenas nos quatro anos de governo, mais de 800 atletas amadores da rede pública e privada, assim como atletas de performances em nível regional, nacional e internacional foram beneficiados por várias modalidades esportivas. Destaque também para a construção de um ginásio dedicado as artes marciais, a reconstrução do Ginásio de Chapadinha, a reforma da pista de atletismo do Complexo Esportivo de São Luís.

Além disso, foi prioridade do Governo Zé Reinaldo levar o esporte onde o atleta está com a interiorização das ações voltadas para o desporto de lazer. Programas que antes atendiam apenas São Luís foram levados para o interior do estado. É o exemplo do programa Qualificar para Melhor Servir, que levou para as cidades do interior cursos de qualificação esportiva aos profissionais ligados ao esporte. Em quatro anos, o programa atendeu 2 mil profissionais em 26 municípios.

Da assessoria

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Consumidor de luz pagou R$ bilhão por falha de Dilma

Falhas no cálculo da chamada tarifa social de energia, criada no governo FHC, provocaram gastos indevidos de um fundo de consumidores de todo o país, informa reportagem de Rubens Valente, publicada neste domingo pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Segundo o Tribunal de Contas da União, o desperdício foi de R$ 989 milhões no tempo em que Dilma Rousseff era ministra de Minas e Energia (2003-2005).

O TCU alertou Dilma três vezes sobre o erro, mas ela não tomou providências.

Um dos critérios para definir o benefício era o baixo consumo. O TCU concluiu que o domicílio que gastava pouco não era necessariamente pobre. Podia ser uma casa de praia, por exemplo.

Em 2006, só depois de a ministra ir para a Casa Civil, houve providências. A lei mudou em 2010.

OUTRO LADO

A candidata Dilma Rousseff (PT) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “desde 2003” o MME (Ministério de Minas e Energia), a Aneel e o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social) realizaram estudo para propor mudanças no cálculo da tarifa social.

Segundo a assessoria, tais estudos resultaram na lei sancionada pelo presidente Lula em janeiro deste ano, que alterou os cálculos.

Indagada sobre quais estudos do ministério teriam sido esses, não encontrados nos levantamentos do TCU entre 2003 e 2005, a assessoria respondeu:

“Lembramos apenas que a ex-ministra saiu do MME -onde foram iniciados estudos sobre o assunto- e foi para a Casa Civil, onde coordenou todas as ações de governo, incluindo as discussões com o Congresso que resultaram na aprovação das mudanças legais”.

“Informamos que, à frente do MME, Dilma Rousseff coordenou a equipe que preparou os estudos iniciais que permitiram criar as condições para a mudança […] Tais estudos foram iniciados tão logo foram reunidas as condições objetivas para a mudança legal, quando havia a segurança de que as mudanças não levariam famílias realmente necessitadas a serem excluídas do benefício.”

O MME alegou que “adotou as orientações e recomendações do TCU em abril de 2003”. “Ao longo desses anos, foram promovidas diversas ações pelo MME para construir propostas de alteração nos atuais critérios”.

Com informações da folha

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