Pressão

O deputado Raimundo Cutrim, ex-candidato ao cargo de prefeito de São Luís pelo DEM, ia declarar apoio ao candidato João Castelo. Levou uma baita pressão da senadora Roseana Sarney, que apóia Flávio Dino, e recuou. A pressão “delicada”, daquele jeitinho Roseana de ser, fez com que Cutrim passasse alguns dias no Hospital São Domingos.

Ontem ele teve alta e decidiu ficar neutro no segundo turno. Se levar outra pressão, é capaz de declarar apoio ao candidato Flávio Dino. Aguardem!  

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Quanto custa um deputado

Leitor do meu blogue descobre meu celular (8857-5217) e pede que informe quanto custa um deputado estadual para o bolso do contribuite. Conversei agora a pouco com o líder da oposição na Assembléia Legislativa, deputado Ricardo Murad, e repassei a ele a indagação do meu leitor.

Murad, muito solicito, fez e refez os cálculos e informou que um deputado estadual, incluíndo salário parlamentar, verba indenizatória e assessores, chega a R$ 110 mil. Curioso e inquieto como sempre fui, busquei outras informações e fiz as contas. Cada deputado estadual custa aos nossos bolsos a bagatela de R$ 150 mil, sem falar nas despesas de luz, telefone, internet, materiais de expediente de cada gabinete.  

Como nossa Assembléia Legislativa, a “Casa do Povo”, abriga 42 parlamentares, pagamos sem saber mensamente R$ 6,3 milhões. Por ano, R$ 75,6 milhões. Com o dinheiro da soma anual, o próximo prefeito de São Luís poderia construir um hospital de emergência moderno, com capacidade para mais de mil leitos.  

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Ah, os evangélicos!

É só espalhar que vai ter uma eleição para sindicato de condomínio, logo aparecem candidatos evangélicos. Surgiu uma disputa na União de Moradores mais próxima da sua casa, lá estão cinco evangélicos na disputa. Na eleição municipal, eles são candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador. Os evengélicos disputam tudo. Hoje eles estão presentes na Assembléia Legislativa, Câmara Municipal, na vice-governadoria do Estado e até nos times de futebol. Aliás, conheci recentemente dois numa parada de bingo. E mais cinco numa disputa de rinha.  

Longe o tempo em que os evangélicos, considerados povo de Deus, tinham única preocupação: servir a Deus. Acima de qualquer coisa, servir a Deus! Distante o tempo em que o evangélico, ao sair de casa ou do trabalho, tinha um único rumo: a igreja, o templo evangélico. Agora, modernos, são fominhas por eleições, principalmente quando os cargos disputados oferecem dinheiro. E muito dinheiro.

Agora mesmo na eleição municipal de São Luís os evangélicos, como sempre, estão divididos. No primeiro turno, a maioria apoiou Clodomir Paz. Voto que é bom, nada. Elegeram, das 21 vagas, somente dois vereadores. O eleitorado evangélico da capital, segundo levantamento seguro é de aproximadamente 110 mil. Daria, então, para eleger, por baixo, quatro vereadores. Há algo de errado no reino dos evangélicos. Não tenho nada contra eles, apenas desconfio da gula e da sede pelo faz-me-ri. Claro, existem exceções.

No segundo turno da eleição na capital uns estão com João Castelo e outros com Flávio Dino. Para justificar apoio ao tucano, um pastor teve uma visão. Deus sussurou aos seu ouvido que o melhor para São Luís é Castelo. Pronto, lá foi o nrebanho quase todo castelar. Outro, durante a vigília (oração concentrada em jejum) sentia a mão divina lhe indicando o comunista Flávio Dino. Aí não teve jeito: a outra parte dos evangélicos virou ateu, ou melhor, vermelho.

      

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Ninguém segura o Dino

Por favor, é caso mais que de urgência municipal, é nacional! Alguém precisar acordar, beliscar ou segurar o Flávio Dino. Um amigo, assessor, parente ou aderente, façam alguma coisa! O candidato está comprometendo sua imagem de quem entrou para a política como o novo, a esperança dos que ainda querem enxergar a luz no fim do túnel. A de hoje, no programa de habitação, foi demais.

Como se não bastasse a promessa de que vai garantir no cabide da prefeitura mais de 30 mil contratados (serviços prestados) agora no período eleitoral, promete que vai contratar mais gente. Essa, pelo amor de Deus, não pode chegar até Brasília, muito menos percorrer as salas dos tribunais de justiça. Não, definitivamento não. Esse não é o Flávio Dino que conhecemos, que passamos a admirar.

O segmento da construção civil de todo país reuniu ontem e concluiu que é hora de pisar no freio. A crise internacional já bateu às portas do setor nacional. Material de consumo estará nas alturas, nos próximos quatro anos, acreditam. O presidente Lula, antes de viajar e gravar programa de apoio ao candidato do PCdoB, garantiu que vai concluir todas as obras do PAC que estão em construção. E nada mais. É a crise. 

Para nossa surpresa, Flávio Dino anuncia em seu programa de tevê a construção de 40 mil casas populares, em parceria com o governo federal. Lula, que tem ainda dois anos de governo, entra com 60% e Flávio Dino prefeito com 40%. Ótimo. Falta apenas combinar com a crise, que já entrou no território nacional. Essa do candidato, ao que parece, não é uma promessa de campanha, mas um compromisso com a ilusão. Não precisa exagerar tanto. Olha a imagem, caro Flávio Dino. Ainda bem que Lula, que encontra-se na Africa, não saberá que tem a obrigação, a partir de janeiro, como quer seu candidato, de desembolsar verbas para a construção de 40 mil casas. Nem o PAC do Rio Anil, em parceria com os governos federal e estadual, chegou a tanto.

Evidentemente que estou preocupado com as promessas de campanha de Flávio Dino. Ainda mais agora que ele pode ser escolhido, por jornalistas. o terceiro melhor deputado federal do Brasil. Ainda bem que estamos distantes do foco do mundo, longe dos holofotes de Brasília e não tão perto dos observadores e analistas das campanhas municipais. Do contrário, pensariam que São Luís nunca deixou de ser Sucupira e que Flávio Dino será o nosso Odorico Paraguassu.         

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Mudanças no Detran

Fui informado agora a pouco que o diretor-geral do Detran, Fernando Palácio, deve entregar o cargo no início de novembro. Não vai esperar as mudanças que o governador Jackson Lago pretende fazer na estrutura administrativa do seu governo. Em substituição e Palácio, vai assumir Pádua Nazareno, e não Clodomir Paz como andam espalhando.  

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Fora da lei

O candidato comunista Flávio Dino, que me perdoem os dinossauros, apelou. Ou melhor: parece que entrou em desespero. Leia o que ele disse hoje pela manhã a Rádio Mirante AM : Demitir funcionários
“A candidatura de João Castelo difunde uma mentira contra mim, dizendo que eu vou demitir os contratados. Eu disse na televisão e repito aqui. Os contratados não podem ser punidos porque, em algum momento, alguém não cumpriu a lei. Qual o sentido de demitir uma pessoa que está a tantos anos fazendo aquele serviço para colocar outro que não irá prestar o serviço com a qualidade necessária para o cidadão. Tenho um compromisso claro. Nunca pensei em nada diferente de manter os contratados na prefeitura. Quero realizar uma administração sem ódio, sem perseguição. A diferença entre uma política moderna e a antiga é a seguinte: a antiga prega que se uma pessoa ganha uma eleição muda todo mundo e começa tudo de novo, demite todos. Essa é a política oligárquica que João Castelo representa. Ele é uma pessoa do atraso. A política moderna é a do diálogo do entendimento. Eu vou tirar o servidor só por que ele é de outra administração? Eu reafirmo que vou contratar mais gente para a prefeitura, nós temos um espaço fiscal para pagar mais gente. Vamos chamar os concursados dentro das vagas existentes e manter os contratados.”
 

É o cúmulo do absurdo Flávio Dino defender a ilegalidade. Ora, se ele pega a Prefeitura de São Luís com 30 mil serviços prestados, que são ilegais, ele vai manter a ilegalidade? Esse discurso, caro Dino, não é seu. Não condiz com sua postura de jurista e muito menos de quarto melhor deputado federal do Brasil. Que coisa, menino!  

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Reparo

O secretário da SMTT, Canindé Barros foi veemente agora a pouco ao garantir que não tem o menor arrependimento de não apoiar a candidatura de João Castelo, conforme postei abaixo. “Fui candidato a vereador em sua coligação, no passado, mas não tenho e não quero ter laços políticos com o senhor João Castelo. Sou um homem de grupo e com o meu grupo descerei as escadarias da prefeitura, diferentemente dos que só têm apego ao poder”, reagiu Canindé Barros, que não explicou a razão da maioria dos seus amigos e seguidores de Tadeu Palácio pular para o barco castelista.  

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Militantes

Nas universidades a militância de Flávio Dino domina a área. Jovens universiatários se engajaram de corpo e alma na campanha do candidato. Nesse segmento, Dino leva grande vantagem.

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Arrependido

O secretário da SMTT, Candindé Barros, que voltou a ocupar o cargo, confessou a um amigo que gostaria muito de fazer campanha para o candidato João Castelo. Mas por força da lealdade ao prefeito Tadeu Palácio, trabalha a campanha de Flávio Dino.

Canindé foi candidato a vereador por São Luís numa coligação que teve como candidato a prefeito João Castelo. A maioria dos seus amigos e seguidores não embarcou na nau comunista.

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PSDC, Pavão e Castelo

Agora vai. Cresce cada vez mais o volume de adesões ao candidato João Castelo. Ontem, foi a vez do deputado Pavão Filho (PDT) e os vereadores eleitos pelo PSDC, Josué Pinheiro e Armando Costa declararem apoio ao candidato tucano. O evento político, que contou com a presença de Castelo, aconteceu na sede do PSDC, na rua do Egito.

O local ficou pequeno para o grande número de filiados ao PSDC e os eleitores dos dois vereadores, além dos simpatizantes. O vice-presidente da Assembléia Legislativa, Pavão Filho, explicou que o fato aconteceu na sede por se tratar de evento oficial do partido. Ele adiantou que na próxima semana o PSDC, os vereadores e filiados farão um grande ato público favorável a Castelo, com data e local a serem definidos. Pavão Filho, só para relembrar, tem como principal área de atuação a cidade de São Luís e na eleição de 2006 obeteve mais de 12.000 votos.     

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Menos, Dino

O candidato comunista Flávio Dino, pasmem os senhores, conseguiu se superar. Respeitado juiz federal, teve a coragem de assegurar aos funcionários contratados da Prefeitura de São Luís que ninguém será demitido. Ao contrário, vai contratar mais gente.

Essa é de lascar. A lei, que Flávio Dino conhece tão bem, é clara. O ingresso no serviço público tem que ser feito mediante concurso público. Mas em se tratando de 30 mil contratatos pelo município, Dino prefere não mexer nesse vespeiro. Com o olhar clínico e a gula eleitoreira.

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