O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, anunciou o pagamento do 14º salário aos professores do seu município, que ainda aguardam o tão prometido abono, conforme determina e legislação vigente.

Genésio fez uma jogada para ficar bem na fita com os professores, que ainda estão insatisfeitos. Afinal, o prefeito não explicou como gastou as sobras do Fundeb que deveriam ser aplicadas na reforma das escolas e melhorias aos mestres.

Seu opositor, deputado Leonardo Sá, fez uma grave denuncia que precisa ser apurada com rigor pelo Ministério Público. Disse Sá que as sobras do Fundeb  foram aplicadas para a eleição de parlamentar estadual, sem citar nomes, um desvio de R$ 26 milhões.

O único deputado que foi eleito com vigor pelo prefeito de Pinheiro foi a então esposa dele, Thais Hortegal e agora vai investir pesado financeiramente na irmã, que é candidata  a uma vaga na Assembleia Legislativa e anda pensando também em eleger para a mesma Casa a atual esposa.

“Semana passada, eu fui à rádio em um município e desafiei o prefeito Luciano Genésio a mostrar o que foi feito com esses recursos e mostrar uma escola, uma sala de aula ampliada com esse recurso. Eu desafiei o prefeito, não foi a mostrar uma escola concluída, foi uma única sala de aula ampliada com essa diferença do recurso do Fundeb. A gente sabe para que foi utilizado esse recurso do Fundeb: foi para lavar dinheiro e eleger deputado desta Casa às custas de dinheiro público. Na hora correta, eu vou dizer quem foi, qual era a empresa que recebia e de onde era tirado o recurso”, revelou.

Sabedor do fato, o parlamentar Leonardo Sá comete um crime grave: o da omissão. Acaba virando cúmplice do crime do prefeito ao esconder o nome de que foi eleito ou eleita com o dinheiro da Educação de Pinheiro. O Ministério Público da Educação deve ouvir o deputado, assim como a Assembleia Legislativa tem obrigação de levantar a realidade.

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