Basta analisar o cenário atual da disputa entre os pré-candidatos da base governista e comparar com os critérios reafirmados pelo governador do Maranhão, em Imperatriz, que se chega à conclusão que Flávio Dino deixou tudo encaixado para apontar o nome do senador Weverton Rocha (PDT) na escolha do seu sucessor.

O governador deixou claro que a escolha será até o final de novembro e que os critérios da lealdade e fidelidade aos programas e mudanças que foram feitas no Maranhão, como a Escola Digna, por exemplo, bem como a agregação política e o potencial eleitoral são os que serão levados em conta.

Pois bem. O nome de Weverton Rocha é o que mais corresponde ao que Dino traçou como critérios. Porém, isto não significa que o governador vai cumprir com a palavra e temos exemplos bem claros.

Em 2012, Flávio Dino construiu uma cooperativa de candidatos para derrotar o então prefeito João Castelo, de quem perdeu a eleição para a Prefeitura de São Luís em 2008. Entraram na disputa do bloco dinista Eliziane Gama, Tadeu Palácio, Holandinha e mais outros.

O nome de Tadeu era disparado nas pesquisa e o chefão acabou impondo o de Edivaldo Holanda. Em 2016, a deputada federal Eliziane Gama liderava as pesquisas, mas acabou sendo preterida e Flávio Dino seguiu com o prefeito Edivaldo, que passava por profundos desgastes.

Então, pode ser que o governador rasgue o acordo e coloque como seu candidato quem bem desejar. Resta saber se o eleitorado vai aceitar.

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