Na quinta-feira passada, dia 30, na cidade de Timon, Flávio Dino aumentou a possibilidade de ficar no cargo até o final do mandato ao empurrar para o ano que vem a escolha do candidato à sua sucessão, sem precisar a data.

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A indecisão, aliada ao momento de queda nas pesquisas de seu projeto pessoal de querer ser senador da República, ganhou espaços na política maranhense. Antes imbatível, chegando até a 70% em vários institutos, hoje o governador maranhense sente que não será nada fácil conquistar a vitória.

No mais recente levantamento da Escutec, aparece com 44% na disputa, vindo de 51% em março e 50% em julho. A queda afetou até os próprios aliados, que temem uma derrota com o nome dele na corrida senatorial.

O governador já percebe pelo retrovisor o seu adversário o senador Roberto Rocha se aproximando, com 23%, conforme o Escutec, sem que tenha dito até hoje que vai disputar a reeleição.

E para piorar, segundo a mesma pesquisa, Flávio Dino passou a ostentar o segundo lugar em rejeição, quando antes aparecia em último. Agora, o nome com o menor índice de rejeição é o senador Roberto Rocha.

Ameaçado em seu projeto, o governador deve mesmo ficar no cargo e, ao seu estilo trator, fazer seu sucessor e aguardar a vitória de Lula para presidente da República e  convocado para ser ministro.

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