O  ex-senador José Sarney pediu álcool gel e lavou as mãos após o governador do Maranhão deixar a residência do ex-presidente da República em Brasília, local do encontro entre os dois ontem, quarta-feira (26). A informação foi dada ao titular do blog por uma fonte que goza da amizade do político maranhense.

Amigos e aliados de Flávio Dino insistem em espalhar a inverdade de que esse foi o primeiro encontro entre Sarney e Dino. Em 2008, quando o atual governador disputou e perdeu a eleição municipal de São Luís para João Castelo (falecido), o encontro foi na residência do ex-senador, no Calhau, revelado pelo então deputado Raimundo Cutrim.

No encontro de ontem, o governador alega que procurou o ex-presidente para mostrar sua preocupação com o que considera “riscos” que estaria correndo a democracia brasileira. Quais riscos, cara pálida?

Inimigos ferrenhos, Sarney só recebeu Dino na sua casa em Brasília atendendo a um pedido do presidiário Lula da Silva. Pois bem, bem aqui que o segredo do encontro não foi revelado. O que pretende Lula usando Flávio Dino como garoto de recado?

Uma coisa serviu de lição aos comunistas. Sarney não tem capacidade para guardar rancor e ter ódio de quem até hoje persegue seus familiares. De quem tenta colocar na cadeia sua filha amada.

A primeira demonstração foi dada quando a presidente Dilma Rousseff chamou Sarney no Palácio do Planalto para saber se o velho cacique maranhense tinha alguma objeção ao nome de Flávio Dino para ocupar a Embratur em nome do PC do B. Sarney apoiou a escolha prontamente.

Lavar as mãos com álcool gel pode ou não ter sido um sinal de repulsa ou simplesmente uma prevenção aos germes que outros podem transmitir no aperto de mãos, notadamente aos que carregam o vírus da traição.

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