Por Luis Cardoso

As esquerdas festejam e dão a entender ao país que presidente da República entrou para a UTI. Soltam foguetes comemorando a visão de um caixão para o enterro de Jair Bolsonaro. Foi assim quando o Messias levou uma facada, ressuscitou da UTI para ganhar a eleição contra as esquerdas.

É correto sim avaliar que o desgaste do governo avança na medida em que a sintonia com o Congresso Nacional se distancia por causa do não atendimento às causas nada republicanas dos senhores parlamentares, que sempre viveram a velha política do toma lá da cá. Os bons projetos, como a reforma da previdência e do anticrime estão emperrados.

Aliados com os propósitos mais sórdidos das esquerdas, até os que se elegeram na carona do presidente não aceitam a nova política pelo simples fato de encontrar as portas fechadas aos seus interesses pessoais.

Mesmo  com milhões de pessoas indo às ruas no dia 26 de maio passado exigindo as reformas, nada sensibilizou os congressistas. As esquerdas, é claro, chegam ao êxtase com o fracasso. Gozam quando a situação fica cada vez pior. É a velha política da terra arrasada: quando pior, melhor.

Os abutres da oposição e situação quem comer a carniça da nação e enterrar a carcaça de Bolsanoro. E conseguirão? É bem provável que não. Eles temem que a reforma da previdência seja aprovada e o presidente respire mais aliviado e possa colocar em prática os investimentos que o pais tanto precisa.

A esperança não morrerá. O Messias vai encerrando o primeiro semestre do governo sem nenhum sinal de corrupção, sem beneficiar empresas e apaniguados, sem mordomias, varreu todo o entulho fedorento dos últimos governos da esquerda.

Estamos, sim, aguardando sem receios a implantação das boas medidas, dos investimentos que virão para destravar o Brasil e tirá-lo da escuridão que Bolnaro encontrou. Basta que façamos a nossa parte, cobrando daqueles que elegemos para que eles possam fazer o papel deles. A hora é agora!

Luis Cardoso é jornalista e editor do blog mais lido do maranhão e acessado do Nordeste. 

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