O presidente eleito, Jair Messias  Bolsonaro, pediu ontem aos seus adversários que relaxem e abandonem a pregação do ódio desnecessário. Ele usuou o Twitter às 23h de ontem, domingo, 02.

Sem citar nomes, Bolsonaro disse que “Estou vendo muitos derrotados politicamente pregando ódio sem necessidade, relaxem, cultivem o que dizem pregar que a alma fica em paz. Um conselho de quem quer ver todos bem”.

Desde que ganhou a eleição no segundo turno, o futuro presidente tem recebido fortes críticas de adversários do PT e do PCdoB, notadamente do governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino.

Na primeira reunião com os governadores eleitos e reeleitos, Flávio Dino fez questão de não comparecer e tem lançado críticas absurdas contra o presidente eleito. Bolsonaro nunca as respondeu.

Aqui no Maranhão os políticos mais experientes acham que o nosso estado não tem condições de ir para o confronto com o poder federal e tem até quem aposte em duas investidas no Maranhão até o mês de março, que seriam a retomada da gestão do Porto do Itaqui e a exigência legal dos cumprimentos de sentenças em desfavor de movimentos de invasões de terras.

No primeiro caso, a Antaq já sinalizou o desagrado com a Emap, que gerencia o Porto do Itaqui, doando mais de R$ 170 milhões para o tesouro estadual em detrimentos de investimentos na região portuária da capital. Além disso, o excessivo apadrinhamento em cargos comissionados de amigos do governador.

No segundo caso, o Maranhão ficou habilitado como o Estado onde menos se cumpre decisões judiciais de desapropriação de terras em favor de seus legítimos donos. A Polícia Militar tem sido impedida pelo governo de cumprir tais sentenças, o que representa desacato a autoridade Judiciária, que pode resultar até em intervenção federal.

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