O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o comandante Geral da PM, coronel Luongo, trataram de desmentir que o governo estadual fará monitoramento dos adversários agora na eleição de 2018. Só se for mesmo neste pleito. 

Na eleição passada, em 2016, em algumas cidades o Palácio dos Leões não só fez a interferência arbitrária como monitorou os passos de adversários de seus aliados. Vejamos como exemplo Coroatá.

Naquela cidade, a ordem do governador era achatar, desmoralizar e derrotar a prefeita Teresa Murad, esposa de Ricardo Murad.

Dias antes da eleição, os principais aliados da família Murad não puderam se movimentar livremente. Eram monitorados minuto a minuto por policiais velados e fardados, numa clara demonstração de impor a força para ter a certeza do medo.

Nem precisa dizer que muitos aliados de Murad pularam fácil para os cofres de Luís do Amovelar, que acabou elegendo seu filho prefeito.

Mas foi no dia da eleição mesmo que todos os amigos da família Murad que se arriscaram a sair de casa mais de uma vez eram revistados. A PMMA e a PC jogaram brutalmente paga garantir a eleição do preferido de Flávio Dino.

Não fosse a denúncia de hoje, amanhã teríamos no Maranhão a Coroatá de ontem.

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