A disputa por poder em Bacabal é de foice no escuro, deixando nítido como a cidade não tem sorte. Se dependesse unicamente de Zé Vieira, eleito democraticamente pela via do voto direto, mas alvo constante das ganâncias de todos os lados,  salários não atrasavam e muito menos fornecedores que ficavam quase à beira do colapso.

Enquanto não se decide quem manda na caneta que resolve as questões, tem gente se dando de bem. O dinheiro público não sobra para pagamentos devidos, mas enche de novilhas certas propriedades.

O vice, na interinidade do cargo de prefeito, Florêncio Filho, mais parece um cego em tiroteio na praça pública. Mas, afinal, quem está com as chaves dos cofres da prefeitura?  Uma indagação que muitos bacabalenses querem saber.

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