Soube, desde terça-feira, que uma empresária da área de Educação teve que pagar propina a uma viatura da Patrulha do Bairro porque o vigia do seu colégio usava um um revólver sem porte legal de armas.
A dono do colégio, no Calhau, foi assaltada na tarde de sexta-feira de carnaval nas proximidades de sua residência, dentro de uma S-10, nos Altos do Calhau.
Ligou para a Patrulha do Bairro e ao vigia da sua conhecida escola. Não demorou muito a viatura se aproximou do local.
Deparou com um cidadão se aproximando da casa da empresária. Era o vigia da escola. Ao perceberem que o vigia estava armado, deram voz de prisão.
O vigia se identificou, mas não teve como esconder a arma de fogo. Os militares teriam exigido R$ 400,00 para livrar o flagrante.
O vigia tentou convê-los de tinha apenas R$ 300,00 da escola e que iria levar para a patroa. Entregou o dinheiro.
O militares foram até a casa da empresária e exigiram mais R$ 100,00. Não teve jeito. A dona do colégio ainda ligou para o comandante da PM, coronel Melo, e relatou o caso.
Melo solicitou sua presença para reconhecimento dos propineiros. A empresária, receosa de que fosse ameaçada, não foi ao comando da PM.
Disse à pessoa que passou a informação que iria publicar no blogue. “Não! Não cite o nome dela e nem entre em detalhes”. Optei pelo silêncio parcial. Que vergonha!


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