Leitor do blogue liga para pedir que comente sobre “sumiço” de matéria, com chamada na capa do portal UOL,sobre interceptação de conversas telefônicas entre o senador José Sarney e o filho empresário Fernando Sarney.
A informação postada insinua que a ABIN estaria repassando informações ao senador sobre investigação feita pela Polícia Federal, a respeito de atividades financeiras de empresas de Fenando Sarney durante a campanha eleitoral de 2006.
Fui ao portal e constatei realmente que a informação não estava mais no UOL. Nada demais. O portal de notícias é dinâmico e a cada minuto vão surgindo novas matérias, ao mesmo tempo em que outras vão cedendo espaços para as mais recentes. Creio que tenha sido o caso.
Acho estranho, todavia, o vazamento da informação de um caso, sob sigilo de justiça, no momento em que se aproxima a data de julgamento da cassação ou não do mandato do governador Jackson Lago.
Recebí informações, que precisam ser melhor checadas, de que uma das mais importantes secretarias da estrutura do governo estadual estaria bancando pagamentos para órgãos da grande imprensa. A mim foi repassado, inclusive, os valores e o nome da agência de publicidade que efetua tais pagamentos.
O primeiro repasse, em dezembro do ano passado, foi de R$ 2 milhões. E olha que a Secom, talvez, nem tenha tomado conhecimento.

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