Promotor do Meio Ambiente, Fernando BarretoO promotor do Meio Ambiente do Ministério Público, Fernando Barreto, desmente através do blog do jornalista Marcos Deça, o Termo de Reajustamento de Conduta para que a Assembléia Legislativa refloreste o que restou do terreno ocupado pela nova sede da AL, no Sítio do Rangedor. Quanta omissão!

Minha fonte reafirmou agora há pouco que a AL tem audiência marcada para quarta-feira na Promotoria do Meio Ambiente para tratar da questão. E mais: a Assembléia Legislativa vai assinar um TAC se comprometendo em reflorestar a área desejada pelo MP.

A mim me admira que o ilustre promotor diga existir apenas um inquérito em fase de conclusão sobre a devastação do Sítio do Rangedor. Como diria minha saudosa avó, Maria Rosa, “enxerga, mas se faz de cego”. Ou melhor, como diz o evangelho de São Marcos: “pior cego é aquele que não quer ver”.

Só o promotor do Meio Ambiente, que não deve morar em São Luís, não enxergou a devastação. Apenas abriu um inquérito para saber se houve danos ao ecossistema.

Aliás, o promotor Fernando Barreto não conseguiu evitar o desastre ecológico cometido pela Franere, numa construção residencial ao lado do Barramar. Outra prova de que reside, talvez, em Marte. Por isso, abriu agora inquérito para saber se houve devastação.

Ando, nos últimos tempos, precisando consultar o oftalmologista, mas não tanto quanto o promotor, que me parece cego ou míope, com a cara do Mister Magoo.

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