O presidente da Assembléia Legislativa não tem outra saída a não ser exonerar parte de servidores do quadro de comissionados, um número bastante elevado. A medida foi tomada depois de intensa e forte pressão dos deputados que querem garantir as gratificações de seus assessores. Só em gratificação eles alegam que perderam R$ 30 mil cada.

Por outro lado, Evangelista está sendo obrigado a adequar a Assembléia Legislativa ao que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal. Como os deputados não aceitam enxugar suas gorduras, o jeito é demitir comissionados, boa parte comparece para trabalhar.

Quem são eles

Caso a Mesa Diretora da Assembléia Legislativa leve em frente as demissões e se o critério favorecer a quem trabalha, a maioria dos assessores dos deputados estará no dia seguinte no olho da rua. São 42 deputados que detém, ao todo, 800 assessores em cargos de confiança. Ou seja, 19 pessoas para cada um.

Os efetivos não chegam a 700, mas apenas 316 batem o ponto no local de trabalho. Amanha acontecerá nova reunião entre os deputados para desatar o nó da questão.

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