Detento é morto no CDP de Pedrinhas

    Foi morto na tarde desta quinta-feira (24)  o detento Claudio Rogério Oliveira da Silva, de 36 anos, interno do Centro de Detenção Provisória de Pedrinhas (CDP – Pedrinhas). O corpo da vítima, que estava enrolado em um lençol, foi achado por agentes penitenciários no corredor da ala Gama, próximo à cela 3, local onde a vítima estava presa com outros 10 detentos.

    Ainda não foi identificado o autor do crime. As primeiras informações dão conta de que a vítima teria sido atingida na cabeça por algum objeto cortante.

    Apesar de Cláudio Rogério ter dado entrada na referida unidade carcerária há menos de 10 dias, ele já tem várias passagens por outras unidades prisionais, como o Centro de Custódia Preso de Justiça do Anil (CCPJ – Anil).

    O superintendente de Execuções Penais da Sejap, Fredson Maciel, afirmou que todos os procedimentos foram efetuados imediatamente após a descoberta do crime. De acordo com ele, a perícia está sendo aguardada no local. “Tomamos todas as medidas necessárias, a pericia foi chamada e o delegado da área vai ajudar nas investigações”, informou ele.

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    Detento é assassinado a golpes de chuço em São Luís

    O Imparcial

    Chuço é uma arma muito comum entre os detentos.Chuço é uma arma muito comum entre os detentos.

    Um detento foi morto nesta manhã (24) no presídio Cadet (Centro de Detenção Provisória), próximo a Pedrinhas. Identificado como Jefferson da Conceição Silva, ele levou mais de cinco golpes de chuço no pescoço, desferidos por outros presos.

    O homem trabalhava na prisão fazendo a limpeza e servindo o café da manhã. O assassinato ocorreu hoje cedo quando a vítima levava a comida e foi surpreendido ao ser puxado por outros presidiários para dentro de uma cela.

    Silva era condenado por homicídio.

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    Assassino de Décio mandou áudio da execução ao Sindicato dos Jornalistas

    Décio Sá. Décio Sá.

    O JM TV 1ª edição acaba de informar que o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão recebeu um áudio da gravação dos estampidos das balas que foram disparadas durante a execução do jornalista Décio Sá, ocorrido no dia 23 de abril num restaurante na Avenida Litorânea.

    O presidente do sindicato dos Jornalistas, Leonardo Monteiro informou à reportagem que a gravação foi realizada pelo assassino de Décio, que poucos minutos depois do crime, teria ligado para e deixado a gravação na secretária eletrônica do sindicato.

    No aúdio ainda ouve-se o que seria os últimos suspiros de Décio Sá. A gravação foi encaminhada à polícia que está fazendo a perícia. Agora fica mais fácil para a polícia localizar de onde partiu o telefonema dado a Leonardo Monteiro.

    Hoje está completando um mês da morte do jornalista. O fato ganhou repercussão internacional e até agora a polícia ainda não apontou os suspeitos de serem o executor e o mandante do crime.

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    Prorrogado o inquérito que apura a morte do jornalista Décio Sá

    jornalista Décio Sájornalista Décio Sá

    Foi prorrogado por mais 30 dias o prazo para apuração do assassinato do jornalista Décio Sá, que foi executado pela pistolagem em um bar na avenida Litorânea. Amanhã, dia 23, competa um mês da morte brutal. A informação foi publicada desde o período da manhã de hoje no JP Online.

    Os delegados (seis) que investigam o caso pediram mais tempo para que as investigações cheguem aos executores e mandantes. São várias linhas de apurações e a polícia tem feito um trabalho técnico para evitar atrapalhos e injustiças.

    Os delegados estão em cima do caso sem descanso, trabalhando inclusive nos feriados e finais de semana.  Segundo o secretário de Segurança Pública, as investigações estão se afunilando, mas ele defende que seja feito com técnica e calma.

    Em vida, o jornalista contrariou muitos interesses, que vão de políticos, empresários e de agiotas, além de ter recebido inúmeras ameaças  partidas de militares durante a greve da PM. Sá exerceu jornalismo investigativo e seu blog era o que publicava o maior volume de denúncias, principalmente sobre o desvio de recursos públicos.

    A polícia continua realizando os trabalhos sob o mais absoluto sigilo, que neste caso favore as investigações., apesar das cobranças de alguns setores da sociedade e de parte da imprensa.

    No caso da morte de uma juíza no Rio de Janeiro, onde os policiais que investigaram o caso tinham apenas um foco, levou três meses para ser completamente elucidado.

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    Empresário é preso no PA suspeito de assassinatos no MA

    Imirante

    Empresário Edilson Alves Rocha. Foto: O EstadoEmpresário Edilson Alves Rocha. Foto: O Estado

    SÃO LUÍS – A Polícia Civil do Maranhão conseguiu prender no último sábado (19), na cidade de Pacajá, no estado do Pará, o empresário Edilson Alves Rocha, de 48 anos, que desde ou­tubro de 2011 passou a ser suspeito de integrar uma quadrilha interestadual de roubo de cargas e de encomendar a execução de cinco pessoas nas regiões de Balsas e Açailândia, em 2006. Ele foi transferido ontem, de heli­cóp­tero, para São Luís e apresentado na sede da Secretaria de Segurança Pública.

    Edilson Rocha foi localizado pela delegada Nilmar da Gama Rocha, do Departamento de Missões Especial da Delegacia Geral. Ela descobriu que o empresário – antes atuante no ramo de ma­nutenção de máquinas pesadas, em Açailândia – havia se esta­belecido na extração de madeira, no estado vizinho. “Quando des­cobriu que estava sendo procurado pela polícia, fugiu”, disse a delegada.

    “Isso porque a polícia passou a investigar seu envolvimento como mandante de dois crimes bárbaros, um deles contra três caminhoneiros, chacinados no dia 17 de maio de 2006, no município de São Raimundo das Mangabeiras. As vítimas tiveram seus veículos roubados, um caminhão cargueiro, um trator e uma pick-up Blazer, que foram encontrados em sua empresa, a AutoMaq”, continuou Rocha.

    De acordo com a polícia, ao saber que poderia ser preso pela morte dos caminhoneiros, Edilson Rocha resolveu fechar a firma e se mudar para o Pará. Antes de partir, porém, o empresário ainda seria apontado por um duplo homicídio, ocorrido no dia 20 de outubro daquele mesmo ano, na cidade de Açailândia. As vítimas foram José Martins Lima, o Zequinha Aleijado, e seu motorista, Claudisleine Cavalcanti.

    Duplo homicídio

    O cadeirante e o motorista foram encontrados mortos e enterrados em uma cova rasa em uma fazenda no município de Açailândia, distante 72 km de Imperatriz. Na época, segundo a polícia, os corpos das vítimas só foram encontrados por vaqueiros da região, que avisaram a polícia porque o gado da propriedade indicou o local da de­sova, atraído pelo mau cheiro.

    As vítimas estavam com as mãos amarradas para trás e com várias perfurações de bala. Zequinha Aleijado foi morto com quatro tiros, dois na nuca, um no ouvido e outro no ombro. Seu motorista, por sua vez, foi atingido com cinco disparos – dois no peito, dois no pescoço e um na cabeça. O cadeirante, conforme a polícia, tinha contratado o motorista depois de sofrer um atentado à bala, que o deixou paraplégico.

    “Zequinha Aleijado era envolvido com roubo de cami­nhões. Ele foi até a fazenda para receber do empresário parte de um pagamento de um caminhão roubado. Porém, não mais retornou desse encontro. Na época, as investigações apontavam um provável latrocínio [roubo seguido de morte], pois o veículo da vítima foi levado pelos matadores, mas logo constatou-se a execução”, completou a delegada.

    Transferência e ameaça

    O empresário Edilson Alves Rocha foi trazido de volta ao Maranhão por uma equipe do Grupo Tático Aéreo (GTA). Durante o trajeto até São Luís, o quadrilheiro, segundo a delegada que comandou a operação de captura, chegou a declarar que ficaria satisfeito caso o helicóptero caísse, pois assim “poderia ir para o inferno e levar a delegada”.

    Ao falar sobre a árdua tarefa de juntar os vários crimes de assaltos praticados pelo empresário – entre os mais recentes um ocorrido em Paragominas, nordeste do Pará -, a delegada também reve­lou que foi ameaçada de morte por Edilson Rocha. A ameaça, porém, não foi feita diretamente pelo quadrilheiro, mas por meio de uma “garota de programa”, que lhe passou o recado.

    Quando prestava depoimento na Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), Edilson Rocha pediu para falar com a imprensa. Ele declarou ser inocente e que já teria visitado a família, diversas vezes, em Açailândia, desde que passou a ser acusado, sem se esconder. “A última vez foi no Dia das Mães”, disse o empresário. Conforme a polícia, essa visita foi feita durante a madrugada.

    Em poder de Edilson Alves Rocha, que é capixaba, natural de Nova Venécia, no Espírito Santo, a polícia apreendeu um revólver ca­libre 38, municiado. As investigações no estado do Pará confirmaram ainda que o quadrilheiro seria dono de uma grande serraria na cidade de Pacajá-PA, instalada em mata fechada, onde detém maquinários pesados. O material, porém, não pôde ser apreendido, pois há informações de que a área é dominada por capangas, o que exige efetivo policial em maior escala.

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    Pistolas rolam soltas nas mãos de bandidos no Maranhão

    Pistola P.40Pistola P.40

    Tem sido frequente o uso de pistolas por bandidos que assaltam, matam ou quando são presos pela polícia no Maranhão. É como se o nosso estado tivesse sido invadido por armas sofisticadas e geralmente com munições .40.

    As balas que mataram o jornalista Décio Sá, que ceifaram a vida de um policial civil na mesma semana de abril passad,o eram .40, conforme informações da polícia.

    As armas que foram apreendidas nos últimos meses mostram a facilidade de penetração no Maranhão, principalente em São Luís. E algumas de uso exclusivo das polícias.

    O tenente coronel Sá, comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, tem uma explicação para o fato assustador. O militar aponta como causas o câmbio negro (entrada clandestina do armamento) e assaltos a policiais que ficam sem suas armas. Não podemos deixar de esquecer o roubo de um lote de armas no Comando da PM e de alguns fóruns do interior, de onde levaram pistolas nunca recuperadas.

    Para evitar o uso indevido dessas armas em mãos perigosas, o sistema de segurança deveria fazer revistas permanentes na capital, em veículos como ônibus, motos e automóveis. Blitz surpresa. Não basta apenas pedir documentos, tem que revistar. Do contrário, acabaremos empatando ou ganhando de Alagoas, estado com o maior índice de mortes e de uso de armas.

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    Polícia pode pedir prorrogação no inquérito de Décio Sá

    O Imparcial

    Décio Sá foi executado a tiros num restaurante na Avenida LitorâneaDécio Sá foi executado a tiros num restaurante na Avenida Litorânea

    A morte do jornalista Décio Sá, no dia 23 de abril, ainda segue um mistério para a maioria da população da capital maranhense e interessados no assunto, pois o crime ganhou conotação nacional e internacional.

    Faltando apenas sete dias para que a polícia entregue o inquérito sobre o caso, que seria o tempo legal, algumas peguntas ainda não foram respondidas: Quem matou? Quem mandou executar Décio Sá? O motivo do crime? dentre outras.

    As investigações seguem em sigilo, e segundo informações da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), sobre o assassinato do jornalista, apontam cinco pontos avançados. Confira abaixo:

    1- Retrato falado que, de acordo com informações, já foi distribuído para as polícias de todo o Brasil;

    2- Reconstituição do crime, feita constantemente pela polícia maranhense;

    3- Suspeitos presos;

    4- Várias linhas de investigação, inclusive a de que o executor possivelmente reside fora do Maranhão;

    5- Ajuda das polícias Federal e Rodoviária Federal.

    PRAZO

    De praxe, o inquérito policial dura 30 dias, mas a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que pode ser que o inquérito não seja encerrado no próximo dia 24. Segundo a assessoria, a Secretaria pode pedir prorrogação do prazo pelo tempo que for determinado.

    COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

    Na semana passada a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, presidida pelo deputado Domingos Dutra (PT-MA), esteve em São Luís para colher mais informações sobre as investigações da execução de Décio.

    A comissão preparou um relatório com a apuração e concluiu que a morte do blogueiro foi planejada, tendo também como teoria um consórcio de interesses econômicos envolvido no crime brutal.

    A pasta ainda pediu que os crimes contra jornalistas fossem federalizados, ou seja, que as investigações passassem a ser conduzidas pela Polícia Federal. Desde já começando com o caso Décio Sá.

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    PM é preso por quebra de hierarquia

    O Imparcial

    Cabo Campo foi líder do movimento grevista dos Policiais e Bombeiros Militares no ano de 2011 (Gilson Teixeira/OIMP/D.A Press)

    Cabo Campos foi líder do movimento grevista dos Policiais e Bombeiros Militares no ano de 2011

    O cabo Campos, da 8º Batalhão de Polícia Militar, foi detido na manhã desta terça-feira (15), no Comando Geral da Polícia Militar, localizado no bairro do Calhau.

    A Secretaria de Segurança, através de sua assessoria de comunicação, disse que a prisão deveu-se a quebra de hierarquia. O cabo teria ido ao local reclamar do desrespeito às folgas dos policiais e então incentivado seus colegas a não participar da força-tarefa especial montada nesta terça.

    A missão foi preparada para atender às possíveis diligências causadas pela greve dos rodoviários, como depredações de ônibus. Os próprios policias teriam denunciado Campos ao major Diógenes, que efetuou a prisão.

    A assessoria afirmou ainda que a situação de hoje é atípica e que os policiais serão recompensados por qualquer trabalho extra.

    Outro lado O cabo Campos, em conversa por telefone com O Imparcial, contestou a versão dizendo que foi apenas esclarecer as denúncias de uso indevido de folgas no Batalhão de Choque, das quais teve conhecimento por meio de relatos de colegas.

    Ele afirma que logo que chegou foi tratado de forma “arrogante” e que recebeu ordens de “ficar calado” pelo major Diógenes e pelo capitão Fábio.

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    Polícia prende suspeitos com dinheiro falso

    Duas pessoas foram presas na madrugada desta segunda-feira (14) em frente à portaria  da Chopana, no Parque Shalon. Pablo Ricardo Silva Penha e Gilson André Ferreira de Sousa, ambos de 32 anos, estavam com cédulas falsificadas de R$ 50,00 e de R$ 100, 00.

    Os suspeitos foram detidos pelos cabos Sérgio e Roquelane da VTR do Parque Shalon e encaminhados à Polícia Federal, que vai investigar o caso e saber a origem do dinheiro falso.

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    Castelo assina ordens de serviços para obras no Centro

    Ascom/PMSLZ

    João Castelo. Foto: ItevaldoJoão Castelo. Foto: Itevaldo

    O prefeito de São Luís, João Castelo, assina, nesta quinta-feira (10), às 17h, a ordem de serviço que autoriza o início das obras na Fonte do Ribeirão e mais 48 ruas do Centro Histórico da cidade. As obras têm o objetivo de melhorar a estrutura histórica do local, assim como garantir a segurança de pedestres e acessibilidade a pessoas com deficiência.

    A revitalização da Fonte do Ribeirão consistirá na restauração da pintura, pedras, calçamento, fonte e iluminação artística do local, dando ênfase ao turismo noturno. A obra é resultado de convênio firmado com o Ministério do Turismo a partir de emenda do deputado federal Pinto Itamaraty e será executada pela Secretaria Municipal de Turismo (Setur).

    A Fonte foi construída em 1796 pelo governador Dom Fernando Antônio de Noronha e está situada entre as ruas dos Afogados e das Barrocas. Desde 1950, é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Além da fonte, a Prefeitura ainda realizará melhorias em mais 48 ruas do Centro Histórico. Nas vias, serão realizadas obras de demolição e reconstrução de meio-fio, sarjetas, bocas de lobo, limpeza e desobstrução de galerias, reordenamento de pedras no calçamento e ruas. A responsável pelas obras será a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp).

    Aliam-se a estas ações, atividades que já acontecem no Centro Histórico, considerado o cartão postal de São Luís, como melhoria de iluminação com troca de lampiões quebrados e instalação de novos, iluminação artística nas já restauradas Feira da Praia Grande e Pedra da Memória.

    Ainda são realizadas lavagens de alta pressão em ruas e logradouros e a coleta de lixo foi intensificada com a criação de uma equipe especial para o Centro Histórico.

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    Tenente coronel Sá: uma promoção merecida

    Major Sá. Foto: JP on lineMajor Sá. Foto: JP on line

    O ex-major Raimundo Nonato Sá foi na última sexta-feira (04) ao posto de tenente-coronel pelo Governo do Estado.

    O militar preenche todos os requisitos exigidos pela promoção por merecimento. Sá comanda o 8º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão, com sede em São Luís, na avenida Jerônimo de Albuquerque.

    O batalhão comandado por Sá atua nas regiões do São Francisco, Renascença e toda a extensão da Avenida Litorânea.

    Em recente entrevista ao Bandeira 2, da TV Difusora, o militar explicou o fato de munições .40 se encontrarem nas mãos de bandidos na capital.

    Segundo ele, as balas não são de uso restrito apenas da PM, mas de todas as polícias. Além de alguns casos de furto e assalto aos policiais que portam pistolas e munições .40, Sá citou o câmbio negro como um dos fatores que favorecem aos bandidos o uso das armas e munições.

    As últimas promoções na PM, incluindo quatro coronéis fechados, não obedecem a critérios de posicionamento na lista dos que podem ser agraciados.

    A decisão é exclusiva da governadora, que escolhe quem ela acha que merece ser promovido, como foi o caso das últimas promoções.

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    Deputada apoia CPI da Pistolagem e cobra apuração de crime contra vereador

    deputada Cleide Coutinho. Foto: Portal Hojedeputada Cleide Coutinho. Foto: Portal Hoje

    A deputada Cleide Coutinho (PSB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (7), para anunciar que assinou a CPI da Pistolagem, proposta pelo deputado Bira do Pindaré (PT), no sentido de cobrar a elucidação dos vários assassinatos de encomenda que tem ocorrido no Maranhão. A parlamentar destacou que a CPI conta agora com as 14 assinaturas necessárias.

    Dentre os motivos que justificam a instalação da CPI das Pistolagem, Cleide citou o atentado à bala contra o vereador Helton Mesquita, que aconteceu no último dia 2 (quarta-feira), quando o parlamentar estava na porta de sua residência, em Caxias.

    A deputada detalhou que, para ser instalada, a CPI precisa também do aval de 22 deputados para aprovação em plenário. Segundo ela, a CPI é ”a única esperança que nos resta, pois, nem a Polícia Militar nem a Polícia Civil têm número de policiais suficientes para trabalhar e conter a onda de violência que tomou conta de todos os municípios do Estado do Maranhão nos últimos anos”.

    A parlamentar informa que o último concurso promovido pelo governo do Estado, para a admissão de policiais militares, foi realizado há 17 anos. “A Polícia está sem carros, sem armas, sem coletes à prova de bala e sem equipamentos suficientes para trabalhar. Então, o que fazer diante dessa situação, ficarmos calados, sem fazer nada?”, indaga a deputada.

    CRIME CONTRA VEREADOR

    Cleide lamentou que, como se não bastasse os inúmeros crimes que estão acontecendo no Maranhão, a cidade de Caxias foi palco também de um crime de pistolagem, desta vez contra o vereador e pré-candidato a prefeito do município de Caxias, Helton Mesquita (PSC). Foram disparados quatro tiros contra o referido vereador, quando ele estava na porta de sua casa, acompanhado da esposa e do filho.

    Com relação às providências para elucidar o caso, a deputada informou que o prefeito Humberto Coutinho (PDT) e o presidente da Câmara de Caxias, Ironaldo Alencar, já acionaram a Polícia Federal, a Polícia Militar e a Polícia Civil, para que sejam punidos os responsáveis pelo crime.

    Disse ainda que “todos que fazem política correm grandes riscos, principalmente agora, durante a próxima campanha eleitoral, quando teremos de viajar e dar assistência aos nossos prefeitos e vereadores. Na verdade, estamos desamparados”, alertou Cleide, que complementou que estes riscos se estendem também, infelizmente, aos familiares.

    Da Ascom da AL

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