Acesso indevido a mensagens de WhatsApp e envio a terceiros gera indenização

    Duas colaboradoras de uma universidade em São Luís foram condenadas a pagar indenização por danos morais por terem acessado indevidamente o aplicativo de mensagens WhatsApp de uma colega de trabalho, fazendo prints das mensagens e enviado a terceiros. Na decisão, o juiz titular da  3ª Vara Cível da Capital, Márcio Castro Brandão, considerou que isso causou prejuízos à imagem, honra e credibilidade da requerente, bem como a perda de seu cargo na instituição de ensino.

    foto/divulgação: ASSCOM CGJ

    Conforme a autora da ação, uma amiga de trabalho teve o aplicativo de mensagens WhatsApp acessado indevidamente pelas requeridas, por meio de um computador da universidade em que trabalhavam. A requerente informou que foram realizadas capturas de tela (prints) das conversas privadas, tanto entre a autora e sua amiga, quanto em grupos do Whatsapp dos quais participavam, sendo as  mensagens expostas a terceiros.

    Na contestação, as requeridas  sustentaram não ter havido  violação de sigilo porque o computador utilizado era de uso compartilhado e que as mensagens estavam visíveis na tela. Que não praticaram qualquer ato ilícito e que a situação descrita não configura dano moral, mas mero aborrecimento, além de alegarem  suposta ilicitude das provas juntadas aos autos.

    Em réplica, a parte autora reafirmou a ocorrência de violência contra sua intimidade e privacidade e destacou que as provas juntadas foram obtidas licitamente.

    De acordo com a decisão judicial, pelo depoimento de uma testemunha é possível inferir-se que a situação se tornou de conhecimento por todo o corpo de funcionários da universidade, inclusive chegando à direção superior do estabelecimento de ensino. A testemunha não pôde afirmar, com certeza, quem exatamente lhe enviou os prints, dada a repercussão que o assunto teve entre diversas pessoas.

    Conforme  o magistrado, a proteção às comunicações é assegurada pela Constituição Federal (art. 5º, inciso XII). “Desdobra-se da liberdade de expressão, e, ao fim, resguarda o direito à intimidade e à privacidade, que possuem, igualmente, status constitucional. Dessa forma, as conversas e ligações realizadas em sede do aplicativo WhatsApp são resguardadas pelo sigilo das comunicações”, destacou o juiz, acrescentando: “indubitável o fato de que terceiros somente podem ter acesso às conversas de WhatsApp mediante o consentimento dos participantes ou autorização judicial”.

    Ainda, segundo o juiz, o dano restou patentemente comprovado, tendo em vista que a exoneração da autora da ação, do cargo que ocupava na universidade, deu-se “em decorrência dos fatos, além das demais consequências do ocorrido, com exposição de sua intimidade, julgamentos no âmbito profissional, não se podendo tampouco a condição de gestante em que se encontrava à época dos fatos”. Segundo o magistrado,  foram  preenchidos os requisitos legais que impõem às rés o dever de indenizar pelos danos causados.

    As duas colaboradoras foram condenadas ao pagamento de 10 mil reais (R$ 5 mil cada uma), a título de reparação por danos morais, acrescidos de correção monetária pela variação do IPCA a partir da data da sentença, e de  juros de mora de 1% ao mês, a partir do evento danoso. Elas também terão que pagar as custas processuais e os honorários dos advogados da parte autora.

    Valquíria Santana
    Núcleo De Comunicação do Fórum de São Luís

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    “Operação Cobiça”: Polícia Civil prende dois assaltantes de residências no leste do Maranhão; a dupla é investigada por tentativa de latrocínio

    Uma força-tarefa foi deflagrada pela Polícia Civil do Maranhão, na manhã desta quarta-feira(2), com objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra integrantes de uma quadrilha especializada em roubos contra residências na cidade de Caxias, no Leste do Maranhão.

    No total, a ação intitulada de “Operação Cobiça”, tinha a missão de cumprir cinco mandados de busca domiciliar e de prisão contra suspeitos de participarem em agosto de 2024, de uma tentativa de roubo a uma residência localizada no bairro Tamarineiro, em Caxias. Durante o assalto os indivíduos cometeram uma tentativa de latrocínio após alvejarem com um disparo de arma de fogo, o marido de uma vereadora da cidade.

    Logo após o crime, um dos suspeitos de participar do delito foi preso em flagrante pela Policia Militar, em um povoado na cidade de São do Sóter.

    As investigações conseguiram identificar sete indivíduos estariam envolvidos no caso, sendo que quatro que participaram diretamente crime, são naturais da cidade de Timon e outros três, que participaram como autores intelectuais, da cidade de Caxias.

    De posse dos mandados judiciais, as equipes policiais estiveram no bairro Itapecuruzinho, em Caxias, e no bairro São Benedito, na cidade de Timon, onde conseguiram prender dois dos suspeitos de participação na tentativa de latrocínio. Um dos presos já responde processo criminal por roubo.

    De posse dos mandados judiciais, as equipes policiais estiveram no bairro Itapecuruzinho, em Caxias, e no bairro São Benedito, na cidade de Timon, onde conseguiram prender dois dos suspeitos de participação na tentativa de latrocínio. Um dos presos já responde processo criminal por roubo.

    A Polícia Civil continuará as diligências no intuito de localizar e prender os demais envolvidos no crime.

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    Operação interestadual cumpre mandados judiciais contra suspeitos de extorquir empresário em São Luís

    Na última terça-feira(1º), a Polícia Civil do Maranhão, com apoio da Polícia Civil de Roraima, deflagrou uma operação interestadual para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra endereços ligados a dois indivíduos investigados por extorsão, praticada por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp. As vítimas são dois empresários de São Luís, e um dos investigados seria ex-funcionário das vítimas.

    As investigações coordenadas pela Departamento de Combate aos Crimes Tecnológicos(DCCT/SEIC), revelaram que o ex-funcionário, inconformado com sua demissão da empresa onde trabalhava, passou a exigir de seus ex-empregadores o pagamento de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), sob ameaça de causar mal tanto a eles quanto a seus familiares.

    Para a concretização da atividade criminosa, o ex-funcionário contou com a colaboração de um comparsa, indivíduo com antecedentes criminais e que se encontrava foragido da Justiça.

    Nesta terça-feira, as equipes policiais cumpriram os quatro mandados de busca e apreensão, sendo dois na cidade de Boa Vista, capital de Roraima, e dois em São Luís, no residencial Nova Terra.

    As investigações continuarão sendo conduzidas com o objetivo de identificar outros eventuais integrantes da associação criminosa envolvida nos ilícitos em apuração.

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    Após decisão judicial que viralizou a favor do pai no MA, STJ mantém filha morando com a mãe, em SP

    Paula Gewehr levou o caso à redes sociais ao alegar que a justiça maranhense estava tirando a filha, de dois anos, das mãos dela. Pai cobra a proximidade com filha que foi tirada do MA e levada para São Paulo.

    Paula Gewehr e João Felipe Demite travam uma batalha judicial pela guarda da filha, de dois anos — Foto: Reprodução G1

    O Superior Tribunal de Justiça derrubou a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão que dava ao fazendeiro João Felipe Miranda Demito a guarda compartilhada da filha, e morando com ele, em Balsas (MA), em detrimento da mãe, que atualmente mora em São Paulo com a criança.

    Nos vídeos, Paula chora ao falar que a Justiça estava tirando a filha de São Paulo, onde mora com ela, e dando ao pai, que mora no Maranhão. Os vídeos viralizaram nas redes sociais.

    “Justiça nenhuma tira um filho de uma mãe. É um direito que a gente nasce, quando a gente honra esse papel”, diz Paula, aos prantos.

    Ex-casal troca acusações e trava disputa judicial pela guarda da filha

    Em um dos vídeos gravados por Paula, ela afirma que, inicialmente, a Vara da Comarca de Balsas deu guarda provisória e unilateral ao pai porque haveria indícios de alienação parental por parte dela, que se mudou para São Paulo, levando a filha. O ato deixou a criança distante do pai.

    Paula, no entanto, afirma que nunca impediu o genitor de ver a filha e que o único motivo alegado pela Justiça foi ela ter viajado a São Paulo para trabalhar. Por outro lado, João Felipe cobrou na Justiça a aproximação com a filha.

    Paula alega que precisa trabalhar presencialmente em São Paulo, três dias por semana. Antigamente, ela trabalhava por home office, o que facilitava a presença do pai, mas desde quando a empresa mudou a política para o trabalho presencial, ela precisou se mudar definitivamente para a capital paulista e levar a filha.

    “E se fosse o contrário? Se eu tivesse largado meu emprego, para ficar em Balsas (MA)… eles iriam alegar o que? Que eu era uma mulher desempregada e não ia poder criar minha filha, e tirar a guarda?”, argumenta a mãe.

    Ao g1, a defesa de João Felipe afirmou que a mãe está tentando obter seus objetivos de forma indevida e usando a internet contra o judiciário e o pai, que estaria sofrendo ataques nas redes sociais.

    “Está acontecendo um verdadeiro linchamento virtual contra o pai e o judiciário, e uma exposição absurda da criança, orquestrado pela mãe. O processo judicial do qual acontece essa discussão vem tramitando de forma regular, e foram proferidas decisões de forma contrária ao pai, e à mãe, tudo conforme as provas. O que acontece é que, quando o pai se deparou com decisões dos quais não concordava, ele discutiu essas decisões pela via adequada, que é o recurso. Pelo contrário, quando a mãe se deparou com decisões que iam de encontro aos interesses dela, ela preferiu deslocar a discussão para o tribunal da internet com o objetivo de colocar pressão no judiciário. Só podemos registrar o nosso repúdio com a forma como ela vem insuflando essa milícia digital, que vem agredido, de forma extremamente violenta, o pai e o judiciário (…) A maior prejudicada nisso tudo é a própria filha”, afirmou a defesa de João.

    Justiça decide pela guarda compartilhada

    No dia 19 de março, a desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão, Rosaria de Fatima Almeida Duarte, acatou parcialmente um recurso da mãe e determinou a guarda compartilhada até a conclusão de uma análise psicossocial.

    No entanto, a decisão manteve a determinação da criança ficar provisoriamente com o pai, no Maranhão, com João Felipe e Paula Thereza tendo direitos e deveres compartilhados sobre a criação. Ainda segundo a magistrada, a decisão seria reavaliada após a conclusão de um estudo psicossocial, que poderia trazer mais elementos para uma decisão mais definitiva sobre a guarda.

    “O direito de visitas e de contato regular da genitora deverá ser garantido pelo juízo de origem, que também poderá ajustar os termos dessa convivência, na ausência de acordo entre as partes”, determina a desembargadora Rosaria de Fatima Almeida Duarte.

    Relacionamento conturbado

    Além da questão envolvendo a guarda da filha, Paula fez diversos ataques contra João Felipe nas redes sociais. Ela diz que o ex é um homem com quem ela teve um relacionamento conturbado e o acusa de violência psicológica. Ela disse ainda que chegou a pedir uma medida protetiva contra ele, mas João conseguiu o arquivamento na Justiça do Maranhão.

    Paula também afirma que sofreu vários abusos por parte de João, com acusações de que era impedida de se vestir como queria, de fazer as coisas que gostava, de estar próxima de outras pessoas, e até foi obrigada a engravidar, pois ele jogou fora os seus anticoncepcionais. Paula diz até que foi obrigada, por João, a ter parto normal.

    “Eu não poderia mais frequentar academia, vestir uma legging, usar batom vermelho… me proibia de fazer psicólogo porque iria ‘me manipular”… (…) Até que começou uma pressão muito grande de eu ter que ter filhos”, conta Paula.

    Após o primeiro arquivamento, no Maranhão, Paula gerou um novo Boletim de Ocorrência, no Tocantins. A primeira audiência deve ocorrer somente em abril deste ano, porém o processo corre em segredo de justiça.

    “Eu estou exausta dessa situação. Foi muito difícil eu sair do relacionamento que eu estava, e agora, mesmo depois de dois anos separada, ainda assim, a minha vida está sendo controlada por decisões do genitor”, relata Paula.

    Sobre as acusações da época em que se relacionava com Paula, João Felipe afirmou, por meio de sua advogada, que todas as acusações não são verdadeiras, mas que não irá se pronunciar sobre os ataques porque o processo no Tocantins corre em segredo de Justiça.

    “Há muitos casos inverídicos que vem sendo divulgados na internet. O primeiro deles é que a mãe teria ‘perdido’ a guarda da filha. Isso não é verdade. Na última decisão, a guarda está compartilhada entre os pais e é bom que todo muito saiba para que ninguém seja induzido ao erro, como a mãe vem tentando fazer. Outro ponto é que o pai teria sido condenado por uma suposta agressão contra a mãe. Isso não é verdade. Ao contrário. A mãe, por três vezes, instaurou a mesma medida protetiva contra o pai e as três foram rejeitadas porque o discurso não se sustenta”, declara a defesa de João.

    Por Rafael Cardoso, G1 MA

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    Suposto executor de influenciadora de Santa Luzia é preso em operação da Polícia Civil e do Centro de Inteligência da Segurança

    Em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Centro de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública do Maranhão, foi capturado, nesta sexta-feira (28), o terceiro suspeito de envolvimento na morte da influenciadora digital Adriana Oliveira, de Santa Luzia, município da região do Vale do Pindaré. De acordo com as investigações, ele seria o executor.

    Detalhes sobre a prisão foram apresentados em coletiva na sede da pasta, na Vila Palmeira, em São Luís, pelo secretário da Segurança Pública, Maurício Martins, e pelo delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Manoel Almeida Neto.

    O suspeito, de 55 anos, foi capturado em Paraibano, na região do Médio Sertão. Ele é natural do Ceará, mas residia em Santa Inês e já era procurado pela Justiça por outros dois homicídios, um deles ocorrido em Trizidela do Vale, no Médio Mearim, no ano de 2012. Durante a prisão, em um imóvel onde estava foragido, foram apreendidos dois celulares e uma caminhonete. Os dois homicídios pelos quais é acusado têm características de pistolagem.

    “A prisão do suposto executor é um grande avanço. A Polícia Civil e o Centro de Inteligência seguirão trabalhando para elucidar completamente esse crime, entender a motivação, a dinâmica e a participação de cada um dos envolvidos, pois não toleramos qualquer tipo de crime, em especial os crimes contra a mulher”, destacou o secretário da Segurança Pública, Maurício Martins.

    De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Manoel Almeida Neto, diversos elementos apontam para a participação do homem no crime. “Ele tem semelhança com o indivíduo que teria executado a influenciadora e fugido em uma motocicleta; há conteúdo de conversas telefônicas com um dos outros dois suspeitos, além de uma suposta transferência bancária no valor de R$ 200 mil, feita por um dos envolvidos já presos para a conta de um familiar do suspeito”, destacou.

    O suposto executor, que não ofereceu resistência durante a abordagem e prisão, está sendo transferido para São Luís, onde será ouvido na Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) e terão cumpridos os mandados de prisão pelos homicídios anteriores. A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Santa Luzia, responsável pelo inquérito, já solicitou a prisão do suspeito pelo envolvimento no assassinato de Adriana Oliveira.

    O caso

    A influenciadora Adriana Oliveira, de 27 anos, foi morta dentro de casa na tarde do último dia 15 de março, no município de Santa Luzia do Tide. Segundo o marido da vítima, que estava na residência no momento do crime, o executor teria chegado em uma motocicleta e perguntado pela influenciadora. Assim que a avistou, efetuou disparos de arma de fogo contra ela, que morreu no local.

    O marido e o sogro de Adriana Oliveira foram presos no dia seguinte por envolvimento no crime. As suspeitas sobre o marido surgiram a partir de inconsistências em seu testemunho. O sogro, por outro lado, foi apontado em um áudio gravado pela própria influenciadora antes do crime como responsável por uma suposta perseguição contra ela.

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    Dono da Vip Leilões morre aos 61 anos em grave acidente de motocicleta

    Empresário seguia pela estrada de Coivaras quando perdeu o controle da direção em uma curva e caiu.

    Érico Lages Soares morreu ao sofrer grave acidente de moto (Foto: Reprodução)

    O empresário Érico Lages Soares, 61 anos, dono da Vip Leilões, morreu na manhã deste domingo (30) após um grave acidente de moto na PI-215, nas proximidades da Serra de Santo Antônio, em Campo Maior, no Norte do Piauí.

    De acordo com informações do 15º Batalhão da Polícia Militar, Érico seguia pela estrada de Coivaras quando perdeu o controle da motocicleta em uma curva e caiu. Ele estava acompanhado por outros dois motociclistas em um passeio pela região.

    Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar, mas, ao chegarem ao local, as equipes constataram que ele já estava sem vida. O Instituto Médico Legal (IML) foi chamado para a remoção do corpo. O empresário deixa esposa, Stael Moura, dois filhos e três netos.

    Nota de pesar

    O Teresina Shopping, um dos principais centros comerciais da capital piauiense, emitiu uma nota lamentando a perda de Érico.

    “É com profunda tristeza que o Teresina Shopping lamenta o falecimento do marido da nossa lojista, Stael Moura, o senhor Érico Lages Soares, um amigo que, com sua liderança, marcou a história do empreendedorismo piauiense. Sua partida deixa um legado de dedicação, generosidade e inspiração. Neste momento, nos solidarizamos com sua família, amigos e colaboradores, desejando que encontrem conforto nas boas lembranças e no amor que Érico semeou ao seu redor.”

    Trajetória

    Érico Lages Soares estava à frente do Grupo Vip, referência no setor de leilões há mais de 25 anos. O conglomerado atua na intermediação de venda de veículos e imóveis, além de oferecer serviços de financiamento, despachante, vistoria especial, remoção e guarda de veículos.

    Com informações do Meio News

    Do Portal

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    MP investiga empresas Humana Saúde por infrações consumeristas

    O MPMA – Ministério Público do Maranhão converteu o Procedimento Preparatório de Inquérito Civil nº 001681-509/2024 em Inquérito Civil para apurar possíveis infrações consumeristas praticadas pela Humana Saúde e Humana Saúde Nordeste LTDA.

    Foto: Reprodução

    A investigação visa apurar supostos vícios na prestação de serviços, exposição da saúde e segurança dos consumidores a riscos e a oferta de serviços em desacordo com as normas regulatórias. O procedimento tem como objetivo coletar provas e realizar diligências para verificar a procedência das denúncias e buscar soluções para os problemas apontados.

    Como parte das medidas adotadas, o MPMA determinou o registro do inquérito no Sistema Integrado do Ministério Público (SIMP) e o envio de ofícios às empresas investigadas, concedendo um prazo de cinco dias úteis para que prestem esclarecimentos sobre as irregularidades apontadas.

    As empresas deverão apresentar documentação comprobatória das medidas adotadas em resposta às reclamações registradas, incluindo o relato da consumidora identificado no ID nº 23084689. O caso segue sob análise do órgão, que buscará garantir a proteção dos direitos dos consumidores.

    Por Matias Marinho

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    Polícia Civil realiza ações de combate ao tráfico de drogas em Turiaçu; seis pessoas foram conduzidas à delegacia

    Nos dias 26 e 27 de março, a Polícia Civil do Maranhão, realizou duas ações distintas com o objetivo de combater um grupo criminoso voltado para o tráfico de drogas na cidade de Turiaçu situada na Região da Baixada Maranhense.

    Na noite da quinta-feira(26), um trabalho coordenado pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e Guarda Municipal, resultou na apreensão de dois adolescentes e na apreensão de quantidades expressivas de maconha, cocaína e crack, todos prontos para comercialização.

    A ação policial teve como base denúncias de que um residência situada no bairro Bem-Bem, estaria sendo usada como ponto de vendas de drogas. De posse da informação, os agentes de segurança estiveram no endereço, onde encontraram um grupo de indivíduos fracionando e embalando substâncias análogas a drogas.

    Ao perceberem a chegada dos policiais, os suspeitos fugiram em direção ao manguezal, dificultando a captura. Membros da equipe policial adentraram a área de mangue, porém, devido ao difícil acesso, só foi possível localizar e apreender dois indivíduos, que foram levados para a Delegacia de Polícia de Turiaçu.

    Já na sexta-feira(27), equipes de policias civis desencadearam uma operação com a finalidade de cumprir quatro mandados de busca e apreensão contra endereços ligados a pessoas investigadas pelo crime de tráfico de drogas.

    Durante os cumprimentos das ordens judiciais, os policiais conseguiram localizar diversos aparelhos celulares, drogas e apetrechos para o crime de tráfico de drogas.

    Na ocasião foram detidos quatro indivíduos, sendo que três foram ouvidos e liberados, e um foi encaminhado a Unidade Prisional de Pinheiro.

    A ação policial visa desarticular o tráfico de drogas na cidade de Turiaçu e região vizinha demonstrando a força do Estado no enfrentamento à criminalidade e impactando diretamente na redução dos índices criminais.

    A ofensiva contou com a participação das Delegacias de Polícia das cidades de Bequimão, Santa Helena, Turiaçu, Cururupu e do Núcleo de Operações com Cães(NOC).

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    Além de números expressivos de feminicídios, homicídios, assaltos a casas e veículos, Imperatriz ganha destaque nacional com a presença de uma onça-pintada que colocou pânico na cidade

    Como se não bastasse voltar a ostentação o título da cidade com o maior registro de homicídios, feminicídios e de cidade mais violenta do Nordeste, Imperatriz ainda ganhou de presente uma onça-pintada que tem colocado os municípios no maior terror. O animal apareceu desde ontem de ontem e tem aspecto de faminta.

    Com o receio de ser atacados pela onça, moradores esvaziaram as principais ruas, praças e avenidas da cidade. O animal foi visto anteontem rondando um condomínio de alto padrão e depois sumiu.

    Policiais militares, corpo de bombeiros e guardas flores e do Exército estão na caça do felino, que encontra-se desaparecido.

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    Homem é preso por tráfico de drogas em Imperatriz

    A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) cumpriu, na manhã desta terça-feira (250, um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, investigado pela prática de tráfico de drogas, em Imperatriz.

    De acordo com o delegado Alex Coelho, titular da Delegacia Regional de Imperatriz, consta nos autos do processo que o crime ocorreu em 2017.  Após o Poder Judiciário expedir o mandado de prisão contra o investigado, equipe do Grupo de Pronto Emprego (GPE) se deslocou até o bairro Nova Imperatriz, onde foi detido e conduzido à Delegacia.

    Após as formalidades legais, o preso foi recambiado para a Unidade Prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

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    Justiça determina retirada de 18 famílias que moram em área de risco no Sá Viana

    As famílias moram em área de risco e devem ser removidas para abrigos

    A Justiça determinou, em 24 de março, a retirada de famílias que moram em 18 casas de três ruas do bairro Sá Viana, diante da situação de risco de desabamento na qual se encontram, até que sejam realizadas as obras e intervenções necessárias, pelo Município de São Luís, no prazo de três meses.

    A retirada envolve somente algumas casas das ruas Aquiles Lisboa, Militana Ferreira e Tomaz de Aquino
    foto/divulgação: Foto: Google

    No mesmo prazo, o Município de São Luís deverá providenciar a colocação das famílias em abrigos, e a remoção para casa de familiares, com distribuição de cestas básicas e inscrição no programa de aluguel social, até que haja uma solução mais viável.

    Na decisão, o juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, acolheu pedido de tutela de urgência feito pelo Município de São Luís, contra um grupo de pessoas que moram nas ruas Aquiles Lisboa, Militana Ferreira  e  Tomaz de Aquino, que se recusam a sair do local.

    RISCO DE DESABAMENTO OU DESMORONAMENTO

    O município de São Luís alegou, na ação, a recusa dos moradores em fornecer a documentação necessária à Defesa Civil no momento das notificações, o que impede a identificação individualizada do número de residentes dos imóveis considerados de alto risco.

    Por meio de laudos da Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (SEMUSC ) e Superintendência pela Defesa Civil (SUDEC), o Município denunciou, em 2019, o perigo às famílias moradoras de imóveis localizados em diversos pontos da capital que apresentam risco de deslizamento ou desmoronamento, ocasionadas pelas fortes chuvas.

    Algumas moradoras alegam atrasos no recebimento do aluguel social; que o Município não tem prestado informações sobre por quanto tempo as famílias precisariam ficar afastadas de suas casas, nem sobre realocação para abrigos e da necessidade de laudo técnico para demolição dos imóveis.

    O Município de São Luís informou que inseriu as famílias no Programa Minha Casa Minha Vida, encaminhando o relatório atualizado da situação de cada casa e as intervenções realizadas para eliminação dos riscos.

    LAUDOS TÉCNICOS

    Na análise do caso, o juiz Douglas Martins verificou a existência de uma situação de risco de desastre, assim como seu impacto potencial para a população decorrente do período chuvoso, com danos ao patrimônio, à infraestrutura de serviços públicos e aos moradores da região.

    O juiz observou que o resguardo à vida é primordial, o que deverá ser analisado, caso a caso, pelos técnicos municipais competentes. A decisão registra que cabe ao Município resguardar a vida das famílias, cumprindo seu dever de agir nos casos de risco de desastre, conforme previsto no “Estatuto da Cidade”.

    A sentença considerou que, no caso da impossibilidade de permanência no local, seja temporária (até que as obras sejam concluídas) ou definitiva (impossibilidade de correções), o Município de São Luís deve prestar todo o amparo necessário para as famílias que saírem de suas casas.

    RISCO DE DESASTRE

    O juiz concluiu pela existência de uma situação de risco de desastre, assim como seu impacto potencial para a população decorrente do período chuvoso, com danos ao patrimônio, à infraestrutura de serviços públicos e aos moradores da região.

    “Note-se que, em todo caso, a avaliação técnica acerca da possibilidade de permanência dos moradores nas áreas de risco, mediante sua correção/eliminação, cabe ao Município de São Luís”, ressaltou.

    De acordo com a sentença, o Município de São Luís deverá apresentar, à Justiça, no prazo de 30 dias, o cronograma de cumprimento das obrigações, bem como relatório comprovando que os réus estão recebendo, regularmente, o aluguel social.

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    Operação Guardião: Equipes da Polícia Civil em São Luís são enviadas ao interior para intensificar investigações de crimes violentos

    Delegados, investigadores e escrivães da Polícia Civil de São Luís foram enviados, na manhã desta segunda-feira (24), para cinco regionais do Maranhão. O objetivo é intensificar as investigações de crimes violentos, acelerar a conclusão de inquéritos e viabilizar a expedição de mandados de prisão contra os envolvidos. A ação faz parte da Operação Guardião, lançada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública no ano passado.

    As regionais escolhidas para a mobilização são Chapadinha, Viana, Açailândia, Cururupu e Rosário, definidas com base em dados de criminalidade e na necessidade de reforço investigativo. A estratégia busca reduzir ainda mais os crimes violentos nessas áreas. Os detalhes da ação foram apresentados na Delegacia Geral pelo secretário da Segurança Pública, Maurício Martins, pelo delegado-geral, Manoel Almeida, pelo delegado-adjunto operacional, Éderson Martins, e pelo superintendente de Polícia Civil do Interior, Ricardo Aragão.

    O secretário Maurício Martins destacou os avanços da operação no estado. “A Operação Guardião tem apresentado bons resultados, com redução nos índices de criminalidade nesses dois primeiros meses de 2025. Vamos intensificar cada vez mais nossas ações, pois temos o compromisso contínuo de garantir uma segurança pública de qualidade para a população do Maranhão”, afirmou.Os policiais enviados atuarão em conjunto com as equipes locais, priorizando a análise de casos pendentes e a coleta de provas para fundamentar pedidos de mandados de busca e apreensão e de prisão, agilizando a responsabilização dos suspeitos. Além disso, a intensificação das investigações deve contribuir para desarticular redes criminosas.

    O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Manoel Almeida Neto, ressaltou a importância da ação. “Nosso objetivo é esclarecer completamente os crimes, apresentar a dinâmica dos fatos e os envolvidos, para que sejam responsabilizados judicialmente”, destacou.

    Já o delegado Ricardo Aragão, superintendente de Polícia Civil do Interior, explicou o foco das investigações. “Os crimes que serão apurados pelas equipes deslocadas para o interior são, em sua maioria, homicídios relacionados ao tráfico de drogas. São delitos graves, que comprometem a segurança e a tranquilidade da população”, afirmou.

    Desde o seu início, a Operação Guardião já resultou na prisão de dezenas de suspeitos. A ação será expandida para outras regionais do estado ao longo do ano, conforme a análise das estatísticas criminais. A iniciativa faz parte dos esforços do Governo do Estado para reforçar a segurança e combater a criminalidade no Maranhão.

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