Com o surto de ebola ameaçando toda a África Ocidental, Serra Leoa começou a contratar cidadãos para lidar com os corpos das vítimas da doença. Mesmo com medo, muitas pessoas aceitaram ganhar R$ 15 por dia para esterilizar e enterrar os corpos das vítimas.

À medida que a crise continua a se espalhar entre os países do oeste africano, trabalhadores em Kenema, em Serra Leoa, foram ganhando trajes e máscaras de proteção especiais para realizar a tarefa angustiante de enterrar com segurança os corpos infectados pelo vírus

Medidas rigorosas de quarentena têm sido postas em prática em todo o país para impedir a propagação do vírus que já afetou mais de 2.600 pessoas em todo o mundo

Residentes na área de West Point de Monróvia, onde o surto foi particularmente intenso, ficaram desesperados por conseguir comida, já que eles estão proibidos de sair da área e são forçados a esperar por fontes do governo.

Não há cura para o ebola e os surtos têm uma taxa de mortalidade de até 90%. Os efeitos da doença aparecem normalmente entre dois e 21 dias após a infecção.

As informações são do site Daily Mail


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