Ontem, o Ministério Público do Estado de Goiás denunciou o prefeito de Goiânia, Iris Resende, por firmar contrato, sem licitação, com a CDL para cuidar dos estacionamentos públicos daquela capital ao valor de R$ 360 milhões. Os dirigentes da empresa também foram denunciados.

Em São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab foi obrigado a suspender certame licitatório denunciado pelo Ministério Público porque o resultado fora antecipado 12h antes da abertura do processo.

Aqui no Maranhão o Ministério Público é cego, vesgo, surdo e mudo. O governo contrata a maioria das obras sem licitação. O MP finge que não enxerga.

Ricardo Murad contratou, com dispensa de licitação, a Fujita, antiga construtora Estrela, por R$ 38 milhões para reformar o Hospital do IPEM.

Até o Hemomar adquire lanches para os doadores de sangue por um período de oito meses sem licitação. A Secretaria de Esporte e Juiventude, então, nem se fala mais.

O que há de errado na promotoria que apura a improbidade administrativa e que não percebe a maneira irregular como o atual governo vem conduzindo a coisa pública?


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