Sobrou para os trabalhadores dos transportes coletivos da Grande Ilha. Em greve, os operários rodoviários assistirão a direção do sindicato ser presa por determinação judicial do Trabalho por não aceitarem voltar ao batente. A decisão é da desembargadora Solange de Castro, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) no Maranhão.

Enquanto isso, os donos dos ônibus se divertem levando para suas empresas R$ 20 milhões doados pela Prefeitura de São Luís, que arrancou o dinheiro do nosso bolso sem nos consultar, como forma de intermediar o fim da primeira greve.

Os patrões ficaram com o dinheiro e não cumpriram o acordo de fazer chegar aos seus empregados e evitar a greve. Enganaram o bobo do prefeito Eduardo Braide e a todos nós os pagadores do acordo não cumprido.

Não se tem conhecimento até agora de uma medida judicial que obriguem os patrões a devolver a grana dos contribuintes. Mas aos trabalhadores a prisão é decretada. Lamentável que sempre caia para o lado mais fraco.

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