Segundo levantamento da TV Mirante, só em 2017 foram 50 mulheres mortas no Maranhão vítimas de feminicídio, crime de gênero cometido contra mulher pela simples fato de ser mulher. Agora em cinco meses de 2018, os números já apontam 20 vítimas. 

Os índices alarmantes, ao que parece, ainda não foram suficientes para que a sociedade inicie debates sobre a questão, o que poderia ser discutido pela sistema de segurança, nas entidades de mulheres, ou na Assembleia Legislativa e Câmara Municipal de São Luís.

Cada caso deixa mais ainda a população chocada. No dia 5 de abril deste, Francisco das Chagas matou a ex-esposa com 56 facadas. Ela estava grávida. Na mesma semana, Eliézer atirou na cabeça da ex-mulher no motel Wall Street, na Areinha.

No Coroadinho, um homem chamado João Pereira, atraiu a sobrinha até a residência dele, estuprou e estrangulou a parente, ficando o corpo por dois dias no banheiro. Revoltada, a população linchou e matou o tio da vítima.

No Dia da Mulher, um homem matou a ex-companheira à facadas ao lado de uma banca de bombom na Cohab, próximo ao Supermercado Mateus.

O caso mais recente aconteceu na quarta-feira, dia 06, por volta das 20h. O sargento PM Marcos Vinícius matou à tiros a namorada Marcele Cardoso, 24 anos, na Cohab, perto do Shopping Rio Anil. Em seguida, o militar tirou a própria vida.

A pergunta que não se cala é: até quando?

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