Afinal, o prefeito de Balsas teria traído e a esposa caiu de tiros em motel na cidade?

    Desde quarta-feira que o assunto em só um em Balsas: suposta traição do prefeito, o médico Erik Silva, que estaria em um motel quando a esposa chegou e caiu de balas, obrigando o homem a ficar correndo de um lado pra outro só de cuecas.

    Nas ruas, avenidas, becos, botecos, nas feiras, firmas e lares ninguém fala outra coisa. Uns confirmam que o assunto é real, mas não existe nada oficial porque não houve até agora nenhum registro na delegacia. Se, por acaso, ocorreu, houve uma operação abafa.

    A questão teria ocorrido numa quarta-feira, dia 17, um dia antes de um grande evento festivo que teve várias atrações nacionais, a exemplo do cantor Jonas Esticado. Erik, segundo rola na cidade, estaria na Pousada El Dorado com uma moça de família tradicional que estava morando em São Paulo e retornou.

    Contam nas redes que a primeira dama, que é candidata a deputada estadual, teria chegado armada e como não tem costume de atirar, as balas saíram por todos os lados. O prefeito desmentiu e ainda chegou a oferecer uma recompensa para quem indicasse quem espalhou a suposta informação.

    Nos dias seguintes, 18, 19 e 20, datas do evento, a primeira dama não compareceu ao local acompanhada do marido e teria ido para Brasília. Enquanto isso, Erik Silva (camisa listradas) aproveitou a festança e cantou todas, como mostra a imagem abaixo:

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    Prefeito de Barreirinhas patrocina invasão escandalosa!

    Esta historinha bizarra que começarei a contar e acompanhar de perto, parece acontecer em uma ditadura de republiqueta de terceiro mundo. Mas infelizmente, está acontecendo aqui mesmo na cidade turística de Barreirinhas. Começa com a turbação de parte de uma área própria, ao lado do Porto Preguiças Resort, destinada à construção de um condomínio residencial de lotes. Os invasores cercaram parte da área, e os proprietários mandaram derrubar o muro.

    Voltaram a construir e novamente o proprietário derrubou. Mas os invasores insistem em construir o muro para se apropriar da área.
    À partir daí entra em cena o Sr. Amilcar Gonçalves Rocha, prefeito de Barreirinhas, que assinou um documento de “Concessão de direito real de uso” em favor de sua própria irmã, Sra. Márcia Maria Rocha. Em seguida, o prefeito autorizou abertura de uma via ao lado da área invadida, para dar acesso ao rio Preguiças e deslocou um portinho improvisado de balsas, para beneficiar a invasão promovida pela sua irmã e cunhado.
    Os proprietários da área ingressaram na Justiça, apresentando o Registro antigo do Cartório, e toda a documentação emitida recentemente pela própria Prefeitura de Barreirinhas, autorizando a instalação e construção do empreendimento imobiliário.
    O juiz de Barreirinhas, deferiu o pedido de liminar determinando a manutenção de posse da área para os proprietários do terreno, que com a oficiala de Justiça, retomaram oficialmente a posse e iniciaram uma nova derrubada do muro. O Sr. Francisco Maurício de Sousa e sua esposa, Sra. Márcia Maria Rocha Souza (irmã do Prefeito), chegaram imediatamente acompanhados de um segurança que atirou contra um operador do trator, Sr. Ismael Mendonça Frazão, e só foi contido porque a polícia de Barreirinhas havia sido chamada.
    O Dr. Amilcar Rocha, prefeito de Barreirinhas, mesmo tendo sido juiz do trabalho, demonstra claro desrespeito às leis e fez uso da máquina pública para beneficiar sua família, provocando insegurança jurídica aos empreendimentos que desejam se instalar em Barreirinhas. Estas atitudes também podem lhe render ações de improbidade administrativa e de crime de responsabilidade.
    Desde o inicio desta invasão, o Sr. Maurício de Souza, marido da irmã do Prefeito, vem ameaçando o vigia da área com arma de fogo, e outras pessoas ligadas à empresa dona da área, com ameaças por watsap, sempre colocando-se na condição de cunhado do Prefeito. Mas esta história escabrosa está apenas no começo, porque durante o ato de manutenção de posse, o Sr. Mauricio declarou à oficiala de Justiça que não vai aceitar a decisão judicial, esbravejando “juiz não autoriza nada aqui”, como se pode ver no vídeo, e continua mantendo forte esquema de segurança na área, impedindo o acesso do verdadeiro proprietário, e descumprindo a decisão judicial.

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    Escândalo! Mesmo com pandemia e aulas suspensas, prefeito de Imperatriz torra mais de R$ 2 milhões com transporte escolar

    Mesmo com a Covid-19 e as escolas de portas fechadas por conta da pandemia, a Prefeitura de Imperatriz gastou R$ 2.634.229,60 em transporte público escolar entre os meses de fevereiro e agosto de 2020.

    Segundo matéria publicada no site oficial da prefeitura, no início do ano houve um investimento de R$ 991.800 para a compra de quatro ônibus escolares rurais no modelo ORE 3, para atender aos alunos da zona rural.

    Devido à pandemia, as aulas presenciais foram suspensas e o município adotou o sistema remoto de ensino, com a utilização de aplicativos e programas para exibição das aulas online. No caso dos alunos que não têm celular ou computador, as atividades são impressas e entregue aos estudantes.

    Apesar disso, a prefeitura manteve o contrato com a empresa Rio Anil Transporte e Logística LTDA (Ratrans), com pagamentos médios mensais de R$ 290.000 para, conforme dados extraídos do portal da transparência, “atender as necessidades dos alunos da zona rural da rede pública municipal de ensino na manutenção e desenvolvimento da educação básica”.

    Então, vem a pergunta, qual o motivo de gastar quase R$ 3 milhões com transporte de alunos se as aulas presenciais foram suspensas?

    Apesar da quantia de dinheiro, não houve qualquer esforço por parte do município para assegurar que os alunos tivessem acesso às aulas online, já que muitos não dispõem de aparelhos celular que suportem streaming de vídeo com qualidade, assim como pacotes de dados suficientes para que todos os dias os alunos assistam as aulas.

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    Esteticista esposa do pré-candidato a vice-prefeito de Presidente Dutra assume Secretaria de Agricultura

    Em 02 de maio de 2020, a esteticista Luciana Rodrigues Carvalho, esposa do pré-candidato a vice-prefeito de Presidente Dutra, Robson Carvalho, foi nomeada escandalosamente para comandar a Secretaria de Agricultura do município em substituição ao seu marido. Tudo em casa.


    Sem nenhuma formação na área da pasta que comanda, a nova secretária de agricultura, pós-graduada em estética, até antes do início da pandemia dava expediente normal em conceituada clínica de serviços estéticos na cidade.

    Em verdade, a vergonhosa nomeação da esteticista para exercer o cargo de secretária de Agricultura do município trata-se de uma manobra escandalosa articulada pelo prefeito Juran Carvalho, com o único fim  de beneficiar a esposa do sobrinho, que é pré-candidato a vice-prefeito de Presidente Dutra, Robson Carvalho, com o exorbitante subsídio de R$ 9.600,00.

    Enquanto a população local padece com a falta de ações do governo municipal no combate ao coronavírus, o grupo político liderado pelo Prefeito Juran Carvalho ocupa-se de agasalhar os seus na folha de pagamento do município, garantindo-lhes altos salários.

    De outro lado, para quem realmente trabalha e produz, o município paga a vergonhosa quantia de pouco mais de R$ 1.000,00 para um técnico de enfermagem que atua na honrosa missão de enfrentamento ao Covid-19. Um escândalo!!!

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    Pastor convenceu que evangélica estava possuída e a levou pra cama para fazer a cura

    Apóstolo do Ministério da Fé fazia sexo com as fiéis para “quebrar a maldição” que, segundo ele, estava encarnado nas vítimas. Ao menos quatro já prestaram depoimento ao Ministério Público.

    Foto de MICHAEL MELO/METRÓPOLES
    O pastor Fadi Daraj vem sendo acusado por quatros fiéis por abuso sexual. Ele usava o corpo das vítimas para fazer tratamento espiritual e expulsar o “inimigo” através de rituais chamado de “quebra da maldição”, sempre através de sexo. Ele as convencia de que era necessário um trabalho mais profundo.

    Os crimes ocorreram entre 2005 e 2010, segundo o Portal Metrópoles,  “mas só vieram à tona recentemente. Fadi, que é suplente do senador José Antônio Machado Reguffe (Podemos-DF), é chamado de “apóstolo”, o cargo mais alto do templo religioso no qual a irmã dele também prega: a ex-deputada distrital Sandra Faraj (PTB)”.

    Confira abaixo a postagem do Metrópoles sobre o caso:

    Três das supostas vítimas fizeram denúncia à Promotoria de Justiça de Taguatinga, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e começaram a depor nesta sexta-feira (18/10/2019), no processo que corre em sigilo.

    Outra denunciante chegou a relatar os supostos abusos em vídeo gravado ao lado da mãe. Nas imagens, ela narra ter passado por um ritual de “quebra de maldição”, no qual o tratamento era feito por meio de relações sexuais para “afastar os demônios que estavam no corpo dela”. A gravação foi feita em 2009, mas circulou esta semana, quando o caso foi revelado pelo jornal O Livre, parceiro do Metrópoles em Mato Grosso.

    No vídeo, a mulher conta que se batizou na igreja do DF em maio de 2005 e, cerca de dois meses depois, foi convidada pelo pastor a participar de uma conversa. Ela e a mãe foram ao primeiro encontro. “Ele pediu que eu preenchesse uma ficha de ‘quebra de maldição’. Primeiro, entrei com minha mãe. Depois, sozinha. Ele perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que era mãe solteira, estava desempregada, morava com minha mãe e irmãos”, relata a mulher, na gravação.

    A moça conta que os encontros ocorriam no “gabinete” de Fadi Faraj, o escritório dele na sede do Ministério da Fé e que ela recebia livros e conselhos do pastor. Em uma das conversas, Fadi Faraj teria dito à mulher que ela estava “muito endemoniada” e que precisaria de um tratamento “profundo”.

    “Ele orou e começou a tocar meu corpo. Tocou meus seios, Depois, as partes mais íntimas. Disse que toda minha família ia ser libertada, que o problema estava em mim. Quando ocorreu a primeira relação dentro do gabinete, ele disse que o tratamento tinha que ser profundo, porque o demônio estava dentro de mim”, relata a moça.

    Segundo ela, os encontros duraram cerca de dois anos – de 2005 a 2007 –, inicialmente no escritório de Fadi Faraj. Depois, em motéis. Os abusos, segundo a denúncia, aconteciam após o almoço, às terças e às quintas-feiras. Segundo a fiel, Fadi a ajudava com o pagamento da escola para concluir os estudos e contribuía com quantias entre R$ 100 e R$ 200 quando eles se encontravam.

    As investidas do apóstolo da Igreja Ministério da Fé teriam cessado em 2007. Mas somente em 2009, portanto dois anos após o fim dos abusos, quando a mulher ficou noiva e contou os possíveis abusos ao noivo é que ela resolveu denunciar o caso. Segundo o vídeo, a situação teria sido levada a um Conselho de Pastores. “Eu achava que era para a quebra da maldição, que era pela minha família. Tinha pesadelos, era uma coisa diabólica”, disse.

    O gabinete do apóstolo

    As outras três denúncias contra Fadi Faraj foram protocoladas na Promotoria de Justiça de Taguatinga em 22 de agosto deste ano. As histórias são parecidas e também teriam ocorrido dentro do gabinete do pastor.

    As mulheres dizem que, ao entrar na sala para fazer um tratamento espiritual por estarem passando por problemas, Fadi Faraj as teria “apalpado”.

    “Estava em um culto na igreja quando o pastor me chamou para uma sala reservada. Começou fazendo uma oração com as mãos na minha cabeça, depois pegou nos meus seios dizendo suspeitar de uma doença. Após isso, desceu a mão para minhas partes íntimas. Saí transtornada. Nunca mais voltei à igreja”, disse uma das mulheres nas denúncias ao MPDFT.

    Nos três casos, as vítimas afirmam que Fadi Faraj ofereceu dinheiro para que mantivessem um caso extraconjugal. As quantias variaram de R$ 300 a R$ 500, segundo as denúncias.

    Fadi Faraj atendeu a ligação do Metrópoles e disse que as acusações “são um absurdo, uma mentira”. “Meu Deus, não sabia dessas acusações. Só Deus vai saber por que estão fazendo isso contra mim”, disse.

    Operação Hémera

    Fadi Faraj e a irmã dele, a ex-deputada distrital Sandra Faraj, foram investigados no âmbito da Operação Heméra (deusa grega da mentira), que apurou, em 2017, um esquema de uso irregular de verba indenizatória, além da suposta cobrança de parte dos salários de servidores comissionados nomeados pela parlamentar, ou por indicação dela e do irmão, na estrutura do GDF e da Câmara Legislativa. Porém, o caso foi arquivado pela Justiça.

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    Escândalo: Médico residente em SP recebe salário na Raposa e Passagem Franca

    Maiobão Tv

    O médico, Roberto Oliveira Rodrigues, que atualmente faz residência no estado de São Paulo, foi contratado no ano de 2019, na gestão da Prefeita Laci, segundo edital de convocação como médico plantonista. Entretanto Roberto Oliveira exerce duas funções dentro da Raposa: de plantonista e de Médico PSF.

    Acontece que Roberto também é médico do PSF, no município de Passagem Franca, a 517 KM de distância da capital maranhense, e, mais ainda, um pouco distante de onde o médico faz sua residência, que é no Estado de São Paulo.

    Pior ainda, é que, no Cadastro Nacional de Profissionais da Saúde, CNES, Roberto Oliveira omite a informação de que faz residência. Além de que, segundo as portarias do Ministério da Saúde, um médico não pode estar cadastrado em duas equipes de saúde, o que ocasiona bloqueio dessas equipes.

    A pergunta que não quer calar: como Roberto Oliveira consegue ser médico plantonista e de PSF na Raposa, ser médico na cidade de Passagem Franca e ainda fazer residência em São Paulo?

    Humanamente impossível! Porque as Prefeituras de Raposa e Passagem Franca estão com ele no seu quadro profissional? Sendo ele residente em São Paulo?

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