Em relatório, Weverton defende adiamento das eleições 2020 para 15 e 29 de novembro

Blog Atual7

O senador Weverton (PDT-MA) apresentou o relatório final da PEC que propõe o adiamento das eleições municipais de 2020. Na proposta, o parlamentar explica as razões para o adiamento em razão da pandemia da Covid-19, e sugere que as eleições aconteçam nos dias 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno).

No documento, o pedetista inseriu um dispositivo que permite o adiamento pontual das eleições até 27 de dezembro em locais onde fique comprovado risco sanitário em função da pandemia. Se o problema ocorrer em um município, o adiamento pode ser feito a pedido do Ministério Público e do juiz local, com acordo do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Se o problema ocorrer em um estado ou toda uma região, o pedido, com comprovação da situação crítica, deve ser feito pelo TRE e Procuradoria Eleitoral, com acordo do TSE e Comissão Mista do Acompanhamento do Covid do Congresso Nacional.

“Vai haver essa possibilidade porque sabemos que a pandemia varia entre as regiões do país”, ressaltou.

Mudanças nos prazos

Outro ponto que merece destaque é a mudança de todo os outros prazos, na mesma proporção da mudança da data do pleito.

O prazo de desincompatibilização que vencerá a partir da aprovação da PEC, por exemplo, levará em consideração a data da eleição. “Vamos dar o exemplo do profissional da comunicação, que apresenta um programa e quer se candidatar. Ele teria que sair agora, até o dia 4 de julho. Minha proposta joga este prazo 42 dias para frente, como aconteceu com o pleito”, explicou.

Os prazos já passados ficam como estão.

Weverton também propôs mudanças no prazo de vedação para assinar convênio ou participar de inauguração de obra, na mesma proporção das eleições. “Seria vedado também a partir do dia 4 de julho. Minha proposta prevê a extensão até o dia 15 de agosto, já que não faz sentido paralisar a administração tanto tempo antes do pleito que foi adiado”, disse.

O texto do parlamentar também prevê alterações nos prazos para registro de candidaturas, diplomação e realização de convenções, que passam a ser
até 26 de setembro no caso do registro e 18 de dezembro para diplomação. As convenções acontecerão de 31 de agosto a 16 de setembro e podem ser por meio virtual. A propaganda eleitoral, inclusive de internet, começam em 26 de setembro, segundo o relatório.

Sobre a obrigatoriedade do voto, o relatório mantém.

Em conversa, relator e presidente do TSE, ministro Luis Roberto Barroso, concordaram que, caso seja necessário, depois das eleições, o Congresso Nacional poderá votar um projeto de lei anistiando as pessoas do grupo de risco que não puderam comparecer.

Debate com todos

Para chegar ao relatório final, o senador passou o fim de semana em reuniões com líderes da oposição da Câmara dos Deputados, representantes da sociedade civil, senadores e prefeitos de diversos municípios para construir um relatório sólido e enxuto para tratar do tema.

“Depois de ouvirmos especialistas, cientistas, comunidades médicas, prefeitos, vereadores, sociedade civil, TSE e associações consegui formar uma opinião concreta sobre o tema. Apresentei um relatório que considera a opinião de todos, mas prioriza os conselhos dos médicos e cientistas, sempre colocando a vida em primeiro lugar, e claro considerando a constitucionalidade da proposta. Fiz questão de manter essa transparência para podermos ter um acordo”, disse Weverton.

Por ser uma PEC, a proposta tem que passar por duas votações – primeiro e segundo turno tanto no Senado, quanto na Câmara. A ideia é votar o texto em dois turnos, nesta terça-feira 23, no plenário virtual do Senado.

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Pesquisa aponta larga vantagem do pré-candidato a prefeito de Governador Nunes Freire, Fernando PL

Em pesquisa realizada pelo instituto Data Ilha, com registro no TSE-MA (Tribunal Superior Eleitoral), Nº04796/2020, no período de 2 a 4 de junho, ouvindo 463 entrevistados, na sede e zona rural do município, o pré-candidato a prefeito de Governador Nunes Freire, Fernando PL, apoiado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho e a deputada estadual Detinha, sai com boa vantagem em todos os cenários.

Na pergunta espontânea, onde não é citado os nomes dos pré-candidatos, ele tem 33,3%, contra 6,7% do segundo colocado. Já no outro cenário, onde aparece os nomes dos pré-candidatos, Fernando PL tem 40,2% das intenções de votos contra 17,5% do segundo colocado. 

Em relação ao prefeito de Governador Nunes Freire, Indalécio (Gago), o mesmo tem uma desaprovação histórica de 80,8% da população. Fruto de uma administração desastrosa em todas as áreas.
Fernando PL é o candidato apontado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, um anseio do povo de Governador Nunes Freire que queria um nome indicado pelo parlamentar para transformar a realidade do município. Fernando tem correspondido às expectativas com um perfil sério, simples e popular e dentro da postura do projeto político do parlamentar.


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URGENTE!! Justiça Eleitoral atende pedido de pré-candidata a prefeita de Barra do Corda que havia sido filiada em outro partido sem sua autorização

Blog Minuto Barra

A pré-candidata a prefeita de Barra do Corda, Libiana Pompeu, foi surpreendida ao ter conhecimento de que não fazia mais parte do partido PRTB e no último dia 4 de abril foi filiada sem a sua permissão, no partido Solidariedade.

O presidente do PRTB em Barra do Corda, Francisco Raimundo Nonato Veira, já havia confirmado ao Blog Minuto Barra ainda no início de abril de que, Libiana Pompeu, seria a candidata do partido ao cargo de prefeita nas eleições de outubro próximo.

Libiana havia deixado o PCdoB e filiou-se ao PRTB no dia 24 de fevereiro do corrente ano em um evento em sua Aldeia onde contou com a presença de representantes da sigla.

No dia 4 de abril, o PRTB encaminhou a lista dos seus filiados para o Sistema de Filiação Partidária do Tribunal Superior Eleitoral, constando, o nome da senhora Libiana Pompeu, conforme interesse dela, devidamente comprovado pela farta documentação em poder do partido.

Ocorre que, quando o presidente do PRTB consultou a certidão de filiação partidária de Libiana Pompeu, constatou que seu nome havia deixado o partido no prazo limite para filiação, no caso dia 4 de abril e passava agora a fazer parte do partido Solidariedade.

Ao ser comunicada do fato pelo presidente do PRTB, Libiana Pompeu se disse surpresa, pois, nunca autorizou expressamente ou verbalmente qualquer desejo se de filiar ao partido Solidariedade.

Libiana Pompeu se dirigiu ao Cartório de Registro ontem dia 4 de maio, assinou uma declaração afirmando que nunca autorizou ao partido Solidariedade lançar seu nome em seu rol de filiados.

Na denúncia perante a Justiça Eleitoral, o advogado Ronny Pertheson, destacou que, sem a vontade livre e expressa do eleitor, o partido político jamais poderá filia-lo, sob pena de cometer crime de falsificação, com previsão no Artigo 349 do Código Eleitoral que diz; “Falsificar, no todo ou em parte, documento partidular, ou alterar documento particular como verdadeiro, para fins eleitorais- PENA- reclusão de até 5(cinco) anos e pagamento de 3(três) a 10(dez) dias-multa”.

A denúncia diz ainda que a conduta do partido Solidariedade é muito grave e ameaça o sistema político democrático. “A conduta do réu é muito grave e ameaça o sistema político democrático, além de constituir crime”, destacou o advogado Ronny Pertheson.

A denúncia pedia tutela de urgência para a imediata regularização da filiação partidária da senhora Libiana Pompeu ao partido PRTB, o cancelamento de filiação sem sua autorização no partido Solidariedade e encaminhar em forma de urgência tal decisão ao Sistema de Gerenciamento de Informações  Partidárias.

A denúncia pedia ainda que a Justiça Eleitoral intimasse o Ministério Público Eleitoral para se manifestar nos autos e apurar eventual responsabilidade criminal eleitoral.

Ao tomar conhecimento da denúncia através do Blog Minuto Barra, a presidência do partido Solidariedade encaminhou ao Cartório Eleitoral uma declaração afirmando que, de forma equivocada, filiou Libiana Pompeu.

Nesta quarta-feira, 3 de junho, o juiz eleitoral da 23ª zona de Barra do Corda, Dr Queiroga Filho atendeu o pedido da pré-candidata a prefeita Libiana Pompeu e do partido PRTB e determinou o cancelamento da filiado partidária da demandante no partido Solidariedade, fato que ocorreu sem sua autorização.

O magistrado diz em sua sentença que o próprio partido, Solidariedade, declarou que a eleitora não solicitou sua filiação na sigla partidária. “Nesta última, aduz o Solidariedade – 77 barra-cordense que a eleitora Libiana Pompeu dos Santos em nenhuma oportunidade demonstrou interesse em filiar-se a essa agremiação, cujo ingresso ocorreu exclusivamente por erro desse partido político, requerendo, ademais, que se proceda ao cancelamento desse vínculo, tornando incontroversos os fatos narrados na exordial, não existindo qualquer aspecto que se possa, objetivamente, duvidar da veracidade dos mesmos, ou que necessite da produção de outras provas”, relatou Queiroga Filho.

E concluiu dizendo; “Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE a presente ação, para determinar a imediata regularização da filiação partidária da eleitora LIBIANA POMPEU DOS SANTOS no Partido Renovador Trabalhista Brasileiro – PRTB 28, data de ingresso em 24 de fevereiro de 2020, cancelando-se, por conseguinte, a filiação no partido SOLIDARIEDADE – 77, com data de ingresso em 04 de abril de 2020”, finalizou o Magistrado.

Queiroga Filho abriu vistas ao Ministério Público Eleitoral e nesta matéria, vale chamar atenção para três perguntas básicas.

Primeiro: Quem levou a documentação de Libiana Pompeu para o diretório ou comissão do Solidariedade para que fosse lançada no rol de filiados?

Segunda pergunta: Quem teve acesso aos documentos de Libiana Pompeu, como; Identidade, CPF, Título Eleitoral e comprovante de residência?

Terceira pergunta: Quem assinou a ficha de filiação partidária de Libiana Pompeu no Solidariedade?

Quarta pergunta: De que forma ocorre tal “equivoco” para lançar o nome de um eleitor em um partido sem sua devida autorização?

“O Ministério Público Eleitoral tem a chance neste momento de apurar tal equivoco em meio a tantas perguntas“, declarou o advogado Rony Peterson.

Em 2012 um caso parecido, porém, ainda mais grave, ocorreu em Barra do Corda quando um pré-candidato a prefeito e um pré-candidato a vereador tiveram seus títulos transferidos para outro município, sem que eles tivessem feito tais mudanças em seus domicílios. Entraram na Justiça Eleitoral e conseguiram retornar seus domicílios para Barra do Corda. Nenhuma investigação ocorreu naquele ano para descobrir quem praticou tamanho crime eleitoral.

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Senado e Câmara fecham acordo: eleição será dia 6 de dezembro

Portal e Notícias 

As lideranças partidárias do Senado e da Câmara entraram em acordo e irão votar em plenário o adiamento das eleições municipais deste ano para o dia 6 de dezembro. Nas cidades onde houver segundo turno, a data é 20 de dezembro.

O consenso foi em torno da proposta do senador Randolfe Rodrigues em consonância com outros parlamentares. “Como se trata de emenda constitucional, ficou decidido que a votação do acordo não será virtual, mas presencial”, revela o deputado federal Paes Landim.

A eleição presencial será em junho, pois o deputado revelou ao blog que as sessões voltam ao plenário no próximo mês. Na Alepi do Piauí, as sessões também voltam em junho, dia 1.

Com a alteração da data das eleições, os deputados Fábio Abreu (PL) e Fábio Novo (PT) também poderão adiar seus retornos à Câmara e Assembleia, respectivamente, para o mês de agosto. Se a data se mantivesse em 4 de outubro, eles teriam de voltar dia 1 de junho. Ambos são pré-candidatos a prefeito de Teresina.

Por parte do grupo do prefeito Firmino Filho (PSDB), o secretário municipal de Educação, Kléber Montezuma, também pode transferir sua saída da pasta para agosto. Além disso, o vereador Samuel Silveira (PSDB) pode disputar a reeleição. Ele havia desistido da disputa para permanecer na Semcaspi, mas nos bastidores se comenta que Samuel se arrependeu de não ter se desincompatibilizado.

“A proposta de transferência para 6 de dezembro deve passar sem problema”, avalia Landim.

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Em razão da pandemia, Congresso discutirá adiamento de eleições e prorrogação de mandatos

Por O Antagonista

O debate sobre adiamento das eleições municipais, ainda marcadas para outubro, vai esbarrar em um outro: o de prorrogação dos atuais mandatos.

“Não vejo perspectiva e condições de eleição em outubro deste ano. A atipicidade da situação autoriza pensarmos na prorrogação de mandatos e coincidência de eleições em 2022”, disse a O Antagonista o líder do DEM no Senado, Rodrigo Pacheco.

Toda essa discussão ficou para ser feita, inicialmente, em junho, quando as lideranças partidárias acreditavam que a pandemia já fosse estar em declínio. Mas hoje, 8 de maio, não há garantia alguma desse prognóstico.

Veneziano Vital do Rêgo, líder no Senado de bloco partidário com PSB, Patriota, Cidadania, Rede, PDT e PSB, defende eleições em dezembro:

“Caso não haja condições de realizarmos as eleições em outubro, transferiremos o pleito para o mês de dezembro. Mas não dá para fazer uma eleição eminentemente virtual, não seria uma eleição plena.”

Nos bastidores, se dá como certo que as eleições não ocorrerão em outubro.

“Se a pandemia não tiver entrado numa curva de declínio, será impossível fazer a eleição em outubro. Vamos esperar a primeira quinzena de junho para ver se a gente tem alguma mudança na curva. O correto seria adiarmos, sempre respeitando os 45 dias para campanha. Sou contrário à prorrogação dos mandatos, as pessoas foram eleitas para quatro anos”, afirmou o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio.

O Cidadania também é contra cogitar prorrogação dos mandatos atuais.

“O Cidadania é contra qualquer prorrogação de mandatos ou qualquer alteração no calendário eleitoral que signifique quebrar a alternância democrática das eleições. O calendário pode ter ajustes, estamos abertos a isso, mas as eleições precisam ser realizadas neste ano”, disse o deputado Arnaldo Jardim, líder da bancada na Câmara.

A senadora Eliziane Gama, líder do Cidadania no Senado, concorda: “Ainda temos tempo. Agora, o momento é de enfrentamento da pandemia. Acho provável o adiamento das eleições, mas prorrogar mandatos é debate que definitivamente não cabe”.

Luís Roberto Barroso, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral durante as eleições, disse que o Congresso é que decidirá sobre o tema. Otto Alencar, líder do PSD no Senado, defende que o TSE tem condições de adiar as eleições.

“Isso aí é decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Acho que em novembro e em dezembro estaremos numa fase de mais silêncio epidemiológico. Mas se a pandemia continuar em expansão, terá de ser feito o debate da prorrogação de mandatos que, a meu ver, só poderia ocorrer se mudássemos a Constituição. Espero que isso não venha a acontecer”, afirmou.

O senador Alvaro Dias, líder do Podemos, acredita que uma decisão só poderá ser tomada na segunda quinzena de julho.

“Se houver flexibilização do isolamento e a maioria dos brasileiros voltar para o trabalho e para as ruas, não haverá razão para o adiamento. Se ocorrer agravamento da situação, o bom senso certamente recomendará o adiamento.”

O Novo não considera “democrático” falar em prorrogação de mandatos.

“Sou favorável a realizar a eleição neste ano, de forma a garantir que as durações dos mandatos sejam respeitadas. Adiar por um ou dois meses, se necessário, por conta da pandemia, não vejo problema. Agora, prorrogar mandatos não seria democrático”, disse o deputado Paulo Ganime, líder do partido na Câmara.

O líder do PDT no Senado, Weverton Rocha, também acha que não faz sentido prorrogar mandatos.

“Se for preciso adiar, acredito que será para dezembro. Não vejo clima para prorrogar mandato. Nem os Estados Unidos estão adiando as eleições deles. Entendo que os atuais prefeitos foram eleitos por quatro anos e não cabe prorrogação que não seja pela via eleitoral.”

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Finalmente uma mulher na disputa em São Luís: deputada Detinha

O nome da parlamentar foi consenso ontem à noite em reunião dos dirigentes e candidatos a vereador do PL em São Luís. Agora, com o nome da deputada Detinha como pré-candidata, já temos uma mulher no páreo. A jovem parlamentar foi a mais votada para estadual na eleição de 2018.

Veja abaixo no vídeo o deputado federal Josimar do Marãozinho, esposo de Detinha, falou da necessidade do PL ter uma candidata aqui na capital:

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MP Eleitoral estabelece diretrizes para inibir a propaganda eleitoral antecipada em 2020

O Ministério Público Eleitoral expediu, nesta segunda-feira (10), uma instrução destinada às Promotorias Eleitorais do Maranhão referente ao período eleitoral do ano de 2020, sobre a proibição de meios de publicidade na pré-campanha eleitoral já vedados na campanha eleitoral regular.

De início, a recomendação cita que a propaganda eleitoral é vedada antes do dia 16 de agosto, de acordo com os termos do art. 36 da Lei nº 9.504/1997. No entanto, os debates entre candidatos podem ocorrer antes do início das campanhas, por ser vantajoso aos eleitores o conhecimento prévio das intenções e propostas de cada um. A propaganda eleitoral consiste na divulgação de plataformas, programas de governo, qualidades pessoais e profissionais do candidato, tendo como finalidade a obtenção do voto do eleitor.

Além disso, com base na Lei das Eleições, a qual proíbe o uso de meios de publicidade em alguns dispositivos no período de propaganda eleitoral oficial e, consequentemente, na fase anterior, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela proibição do uso de outdoors e veiculação de propaganda em bens públicos e de uso comum nos atos de pré-campanha e na divulgação de atos parlamentares, mesmo que não haja pedido explícito de voto, em julgamento do recurso especial 0600337-30.2018.

Dessa forma, segundo o procurador regional Eleitoral no Maranhão, Juraci Guimarães Júnior, é preciso que haja compatibilidade e coerência entre os meios utilizados na pré-campanha eleitoral e os autorizados na propaganda eleitoral permitida. Assim, a instrução orienta os promotores eleitorais a tomarem medidas, em caso de hipótese de violação, como a imediata cessação da propaganda ilícita por meio do poder de polícia do juiz eleitoral; ajuizar representação por propaganda eleitoral antecipada para cessação da conduta e aplicação de multa, além de considerar Ação de Investigação Judicial Eleitoral por abuso de poder econômico.

Ainda de acordo com o procurador, “a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) constatou, nas principais cidades do estado, o uso de propaganda eleitoral antecipada em outdoors por pré-candidatos parlamentares sob o pretexto de divulgação de sua atividade parlamentar. Porém, a principal finalidade não é divulgar esta atividade, mas no período proibido realizar nítida propaganda eleitoral antecipada, o que demanda repressão pelo Ministério Público Eleitoral. Sendo assim, o período que antecede o processo eleitoral não pode ser usado pelos pré-candidatos para propaganda, o que exige uma atuação incisiva do Ministério Público Eleitoral para o equilíbrio do pleito”, afirmou.

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Secretário Jefferson Portela apoia Rejanny Braga para vereadora em São Luís

Perguntaram se o secretário Jefferson Portela, já tem candidato a vereador em São Luís? “Tenho, chama-se Rejanny Braga!” – respondeu o titular da SSP destacando ainda que a empresária e jornalista tem muita chance de ir pra Câmara Municipal em 2021.

A declaração de apoio de Portela ocorreu na Marconaria, no sábado pela manhã (01). Já a tarde, durante a concentração do Blocão do Nina, ao lado dos seus familiares, ambos estiveram curtindo juntos a proposta inovadora do Blocão do Nina, que trouxe o tradicional ritmo do São João para embalar o carnaval.

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Fernando PL volta a exaltar parceria de Josimar Maranhãozinho e Detinha e destaca crescimento da sua pré campanha a prefeito de Gov. Nunes Freires

Desde que teve seu nome confirmado como pré-candidato a prefeito de Governador Nunes Freire, ainda no ano passado, Fernando PL tem intensificado o corpo a corpo com a população para saber dela seus anseios e queixas em relação a atuação da gestão municipal e traçar seu plano de governo que, certamente, terá como espelho administrações bem sucedidas na região, como nos casos de Zé Doca, Maranhãozinho e Centro do Guilherme, municípios que passaram por uma ampla transformação e, não por acaso, são geridos por prefeitos que, assim, como Fernando, integram o grupo político dos deputados Josimar Maranhãozinho (federal) e Detinha (Estadual).

Essa estreita relação de amizade e política, aliada a ótima aceitação de Fernando PL, é um dos fatores que alavanca a pré-campanha e já faz dele franco favorito, segundo constata as pesquisas.

Vale sempre se destacar que há tempos existia no seio da população esse desejo por alguém que possa representar o tino administrativo que faz do casal de deputados referência em todo o estado.

“Essa sempre foi nossa vontade, pois é desanimador para nós vermos Governador Nunes parado no tempo enquanto boa parte dos município da região se desenvolve, dá passos largos rumo ao desenvolvimento que não é só estrutural, mas social, econômico e em muitos outros aspectos”, disse um morador ouvido pelo blog.

O próprio Fernando PL, com quem também conversamos, cita esse diferencial.

“O nosso grupo político tem dado conta do recado onde o povo nos confiou a prefeitura. Em Zé Doca, por exemplo, eu e minha esposa Sônia Maria tivemos o prazer de compor a equipe da prefeita Josinha Cunha, por quem também temos grande apreço e admiração. Aquele município vive hoje em franco desenvolvimento mudou da água para o vinho, fruto justamente dessa força de vontade em fazer sempre melhor pelo povo. Virtude que aprendemos a valorizar com Josimar e Detinha”, reconheceu.

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Dino entrega sucessão em São Luís ao prefeito, mas não evita que aliado massacre Holadinha

O governador fez questão de afirmar que o comando da sucessão municipal de São Luís, dentro do seu grupo político, pertence ao prefeito da cidade. Porém, um dos pré-candidatos da base de Flávio Dino não perde um dia sem massacrar Edivaldo Holanda Júnior.

Não deixa de expor a contradição dos Palácio dos Leões ficar apontado o deputado estadual Duarte Júnior como um dos seus preferidos e vê-lo todos os dias detonando o prefeito aliado, ainda que seja com denuncias infundadas.

Em todas as entrevistas que participa, Flávio Dino cita nominalmente o nome do deputado como um dos seus pré-candidatos. O próprio presidente do PCdoB do Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, já defende o nome de Júnior como o candidato do seu partido para suceder o prefeito Edivaldo Holanda, considerando que o parlamentar é o que melhor se destaca nas pesquisas.

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Escutec nas ruas de Codó para iniciar a primeira pesquisa do ano

O Instituto de Pesquisa Escutec já iniciou os trabalhos de levantamento nas ruas, praças, de Codó para ouvir a preferência dos eleitores sobre a eleição municipal deste ano. O registro já foi feito no TRE e no próximo domingo divulgará o resultado, conforme publicação no Blog do Maramais. 

A Escutec foi o primeiro Instituto a solicitar pedido de registro de pesquisa junto ao TSE para o município de Codó. Segundo as informações, o Instituto ouvirá 500 entrevistados entre os dias 08 e 10 de janeiro e divulgará o resultado no próximo domingo (12).

A pesquisa foi contratada por R$ 10 mil reais pela empresa Gráfica Escolar SA e o Jornal O Estado do Maranhão e  será aplicada nos bairros Centro, Codó Novo, Nova Jerusalém, Santa Filomena, Santo Antônio, São Benedito, São Francisco, São Pedro, São Sebastião, Trizidela, Pov. Cajazeiras e Pov. KM 17.

O levantamento ouvirá a opinião dos codoenses sobre o presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino e sobre o prefeito Francisco Nagib. Outro questionário da pesquisa quer saber qual quem é a maior liderança política do município e o peso do apoio dos pré-candidatos Zito Rolim, Zé Francisco, Biné Figueiredo e do próprio prefeito Francisco Nagib, que pode não ser candidato.

Além do cenário espontâneo, que é aquele em que o entrevistado responde o que desejar, sem que lhe seja apresentado nenhum nome, o contratante também avaliará outros dois cenários.

No primeiro, serão medidas as intenções de votos dos pré-candidatos Zé Francisco, Ricardo Archer, Chiquinho do SAAE, Expedido Carneiro, Rodrigo Figueiredo, Francisco Nagib, Camilo Figueiredo, Pedro Belo, César Pires e Marcelo Coelho.

Já no segundo cenário, o nome do atual prefeito é trocado pelo do deputado Zito Rolim, que disputará com Ricardo Archer, Chiquinho do SAAE, Expedido Carneiro, Rodrigo Figueiredo, Francisco Nagib, Camilo Figueiredo, Pedro Belo, César Pires e Marcelo Coelho.

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