Direito de Resposta

A Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) tomou ciência que servidores estão agindo de má-fé, falsificando atestados médicos para tentar justificar a ausência ao trabalho.


A Fundação entrou em contato com o médico para saber da veracidade do documento, que ao tomar conhecimento dos fatos, registrou um Boletim de Ocorrência, nº61810/2021. O médico apontou que o atestado não foi emitido por ele naquela unidade de saúde e que vários falsos atestados médicos com o carimbo dele foram falsificados.

O servidor Paulo Sérgio Quadros Guida da Silva apresentou atestados médicos falsos durante 10 meses para se manter afastado do trabalho, mas recebendo remuneração. Ele alegava problemas psiquiátricos, mas nunca foi atendido pelo médico, motivo pelo qual falsificava os atestados médicos, crime previsto nos arts. 297 e 302 do Código Penal.

A Fundação não compactua com esse tipo de conduta, pois traz prejuízos ao erário e ao atendimento socioeducativo, além de ser um ato ilegal, demonstrando que não possui idoneidade moral”, afirma a presidente da Funac, Sorimar Sabóia.

A Presidente informou que outras situações estão sendo verificadas e os autores dessas condutas serão responsabilizados.

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