Urgente! Motivo da morte do pastor teria sido passional; veja a foto do assassino confesso

Preso Saulo Pereira Nunes, de 38 anos, assassino confesso do pastor Mackson da Silva Costa. De acordo com informações preliminares om crime foi passional. Os detalhes da motivação ainda não foram divulgados.

Encontrado enterrado em quintal o corpo do pastor que estava desaparecido

Em breve novas informações…

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Corpo de recém nascido é encontrado enterrado dentro de sacola em São Luís

O cadáver de um recém-nascido foi encontrado nesta manhã (14) na Vila São Luís, na capital. De acordo com informações, alguns pedreiros estavam trabalhando ao lado do terreno, quando sentiram o forte odor. Ao entrarem no local, perceberam que havia uma cova rasa, ao desenterrarem, depararam-se com o saco com o cadáver do bebê.

Aguardem novas informações…

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Estudante de Medicina envenena colega de faculdade e tenta o suicídio; ambos são do Maranhão

O estudante de Medicina Afonso Rodrigues Júnior (foto abaixo) foi envenenado pelo colega do mesmo curso conhecido por Félix que tentou suicídio tomando o mesmo veneno, chumbinho, misturado com açaí. Os dois são do Maranhão e estudam na Bolívia. O motivo seria uma dívida entre eles, conforme informações de familiares.

Félix, que é natural de Balsas, deve cerca de R$ 10 mil para Júnior e teria colocado o veneno para matar ratos no suco de açaí do amigo com a intenção de matá-lo. Em seguida, Felix recorreu ao suicídio, mas não atingiu o intento. Os dois estão internados em estado grave na UTI de um hospital de Cochabamba, na Bolívia.

Nas últimas horas, Felix teve recuperação e deve ser colocado em alta. Porém,l os colegas de Júnior estão dando plantão na porta do hospital para evitar que o acusado fuja.

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Com vários tiros, homem é assassinado na zona rural de São Luís

Identificado como Ediovaldo Paiva, 26, foi assassinado na manhã desta segunda-feira, com vário tiros, na Vila Cascavel, na rua do Muro. A polícia esteve no local, mas ainda não sabe as causas do crime. 

Na Vila Cascavel a lei do silêncio imperou desde a hora em que o jovem foi morto. Porém, policiais mais experientes acreditam que tenha sido acerto de contas.

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Polícia divulga imagem de foragido envolvido no latrocínio de padre

Correio Braziliense

Quem tiver informações sobre o suspeito, identificado como Daniel Souza da Cruz, pode denunciar anonimamente pelo 197

Agentes da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) procuram Daniel Souza da Cruz, 29 anos, acusado de integrar o grupo que cometeu o latrocínio (roubo seguido de morte) do padre Kazimierz Wojno, 71 anos, mais conhecido como Casemiro. A foto do homem foi divulgada nesta quarta-feira (25/9).

Daniel é de Januária (MG), mas morava em Valparaíso de Goiás. Investigadores identificaram o suspeito por meio de imagens de câmeras de segurança e exames realizados pelos institutos de Identificação e Criminalística da Polícia Civil.

Para os agentes da 2ªDP, não restam dúvidas de que o acusado participou do crime bárbaro que chocou a capital federal. Para conseguir prender Daniel, a polícia pede a ajuda da população. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito pode entrar em contato anonimamente pelo 197.

Prisões

Durante a terça-feira (24/9), policiais da 2ªDP prenderam dois dos suspeitos de envolvimento no latrocínio do padre Casemiro, que ocorreu na noite do último sábado (21), na Paróquia Nossa Senhora da Saúde, localizada na 702 Norte.

Alessandro de Anchieta Silva, 19, e Antônio Willian Almeida Santos, 32, foram presos temporariamente (por 30 dias) no bairro Santa Rita de Cássia, em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal. O mais jovem confessou o crime e não tinha passagens. Já o outro, respondeu por homicídio e tráfico de drogas. Antônio também é de Januaria (MG), mesma cidade de Daniel.

Agora, investigadores da 2ª DP buscam mais detalhes sobre o quarto envolvido no esquema, que pode ser um adolescentes. Análises periciais poderão auxiliar na identificação deste suspeito.

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“Não faz isso, não faz isso”, disse o padre antes de ser estrangulado; velório recebe os fiéis

O padre Casemiro, 71 anos, disse suas últimas palavras: “não faz isso, não faz isso”,  aos bandidos que assaltaram a paróquia e cometeram o latrocínio. O caseiro José Gonzaga da Costa foi encontrado com a boca cheia de plástico e amarrados pés e mãos.

O crime foi cometido na noite de sábado depois que o padre realizou a missa da noite na Igreja Nossa Senhora da Saúde, em Brasília. O religioso foi atacado no anexo da igreja onde fica a casa paroquial. Ele teve os pés e mãos amarrados e depois estrangulado com arame, na 702 Norte.

Igreja tem objetos roubados e padre morre estrangulado

Desde ontem que o clima é de comoção e revolta entre os fiéis, que ainda acompanham hoje, dia 23, segunda-feira, o velório. A polícia de Brasília investiga o caso para encontrar os autores do assassinato, que levaram dinheiro e objetos valiosos do padre e da igreja.

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Igreja tem objetos roubados e padre morre estrangulado

Vítima pela segunda vez de assaltantes, a Paróquia Nossa Senhora da Saúde teve ontem um desfecho que deixou tristes e irritados os fiéis. Além de levarem vários objetos de valor, os bandidos estrangularam o padre Casemiro e deixaram o caseiro com os pés e mãos amarrados.

O latrocínio (roubo seguido de morte) aconteceu na 702 Norte, em Brasília durante a noite de ontem, sábado dia 21 deste. O padre que é polonês e tinha o nome verdadeiro como Kazimierz Wojno, vinha denunciando a situação de insegurança no local.

O assassinato do padre Casemiro, como era mais conhecido o polonês, demonstra que a ousadia dos bandidos na Capital Federal, não dispensa nem os líderes religiosos

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Polícia prende homem suspeito de estuprar e matar duas mulheres no interior do Maranhão

As duas mulheres teriam ligações com uma facção que tem atuação na cidade de Rosário. Elas teria desobedecido normas do grupo e foram condenadas à morte.

Os corpos de Ketlen e Vanessa foram encontrados numa área abandonada com vestígios de violência e abuso sexual.

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Urgente! Motorista de secretário do Governo do Estado é assassinado no Calhau

O motorista do secretário adjunto da Secap, identificado como Luiz Henrique Meireles foi assassinado nesta tarde (06) a tiros no Calhau, em São Luís.

De acordo com informações preliminares o motorista estava esperando o secretário Ednaldo Neves sair de uma reunião quando foi abordado por um grupo de criminosos armados.

Os bandidos após terem cometido um assalto, tentaram levar o carro em que Henrique estava e atiraram contra a cabeça da vítima que acabou morrendo no local.

Aguardem mais informações…

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Ex-prefeito de Buriti é condenado a ressarcir quase R$ 9 milhões ao erário

O ex-prefeito Francisco Evandro Freitas Costa Mourão, do município de Buriti, teve mantida a sua condenação, que determinou o ressarcimento de R$ 8.962.767,23 ao erário, além da suspensão dos direitos políticos por oito anos, proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos e perda da função pública que, por ventura, esteja exercendo. A decisão foi da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que seguiu o entendimento do Juízo da Vara Única da Comarca, segundo o qual “chega a ser inacreditável que o réu tenha gastado quase nove milhões de reais sem observar a Lei de Licitações (…)”.

Na origem, o Ministério Público do Estado ajuizou a ação, alegando que Mourão, na condição de prefeito de Buriti, teve as contas de sua gestão, referentes ao exercício financeiro de 2010, reprovadas pelo Tribunal de Contas (TCE/MA), que concluiu pela existência de diversas falhas em compras de materiais e contratação de serviços, imputando o débito de quase R$ 9 milhões ao ex-prefeito.

O ex-gestor apelou ao TJMA, alegando não ter ficado demonstrado o dolo no caso e que inexistiu prejuízo ao erário.

VOTO – Para o relator do apelo, desembargador José de Ribamar Castro, não há como deixar de reconhecer o dolo na espécie dos autos, já que foram apontadas várias irregularidades no processo de prestação de contas do exercício financeiro de 2010 do apelante, que passam pela montagem de licitação com objetivo de favorecer empresas; contratação de serviços sem licitação; presença de diversas despesas sem nota de empenho, ordens de pagamento e documentos comprobatórios, dentre outras.

Segundo o desembargador, as irregularidades demonstram que o ex-prefeito, então ordenador de despesas, sabia ou deveria saber das falhas na sua atuação administrativa.

Castro afirmou que não se sustenta a afirmação de que, no caso, ocorreu mera irregularidade, pois foram demonstradas as várias falhas apontadas. Por sua vez, entendeu que o prejuízo ao erário foi comprovado, pois a demanda veio instruída com processo de prestação anual de contas, julgado por acórdãos pelo TCE, por meio dos quais as contas do ex-prefeito foram reprovadas e lhe foi imputado débito no valor de R$ 8.962.767,23, decorrente das inúmeras falhas na administração das verbas públicas durante sua gestão.

O relator concluiu que o apelante agiu com dolo ao praticar atos de má gestão pública, que acabaram por resultar em prejuízo ao erário, caracterizando a improbidade e maculando os princípios de legalidade, moralidade, concorrência e eficiência administrativa.

O desembargador Raimundo Barros e a juíza Rosário de Fátima Almeida Duarte, convocada para compor quórum, também negaram provimento ao apelo do ex-prefeito.

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Letícia, advogada morta no DF, aguardava nomeação no STJ e no MPU

Por Metrópoles 

Funcionária terceirizada do Ministério da Educação era estudiosa e muito dedicada à família. Ela havia passado em dois concursos públicos.

Querida, religiosa, muito disciplinada e obstinada.” É assim que amigos próximos descreveram ao Metrópoles o perfil da advogada Letícia Sousa Curado (foto em destaque), desaparecida na última sexta (23/08/2019) e encontrada morta nessa segunda-feira (26/08/2019), em Planaltina, cidade onde foi criada. De acordo com a Polícia Civil (PCDF), o assassino, Marinésio dos Santos Olinto, de 41 anos, confessou o crime.

Extremamente estudiosa, a jovem, 26 anos, era funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC) – onde prestava assessoria jurídica –, mas comemorava o fato de ter sido aprovada em primeiro lugar no último concurso para analista judiciário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também para o Ministério Público da União (MPU).

Letícia concorreu nas vagas reservadas para pessoas com deficiência, por ter sido diagnosticada com um problema grave de visão, o qual a impedia de dirigir. Ela aguardava ser convocada pelos órgãos.

“Ela estava tão bem, fazendo pós-graduação, e tinha conseguido até uma bolsa… Estava com um emprego legal, mesmo terceirizada. A mãe já é advogada, e a Letícia queria seguir a mesma profissão. E conseguiu. Ela era muito focada e responsável. É muito triste receber essa notícia”, disse uma amiga da família que preferiu não se identificar. A vítima estava cursando, no período noturno, o primeiro ano de pós-graduação na Escola Superior do Ministério Público da União.

Após escolher a mesma profissão da mãe, Kênia Pereira de Sousa, principal responsável pela criação da jovem, Letícia conquistou a carteira de advogada no último dia 13 de maio, em cerimônia na seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). “Este momento representa, talvez, o degrau mais alto para um sonho: trabalhar como defensora”, revelou na oportunidade. “Foi difícil chegar até aqui. Estou muito emocionada”, emendou Letícia na solenidade, a qual considerou “uma das mais importantes da vida”. As declarações foram dadas em reportagem do site da OAB-DF.

O assassinato brutal também repercutiu na OAB-DF, que, em nota, lamentou o episódio. “Eu vi essa menina [Letícia] aqui, no dia em que ela recebeu a carteira de advogada, e ela me chamou muita atenção pela beleza. Sabe aquela pessoa que irradia num lugar? Era ela”, lembrou uma das funcionárias da entidade ao Metrópoles. A moça pediu para não ter o nome divulgado.

Letícia foi uma entre os 67 bacharéis que receberam, no auditório da OAB-DF, o documento que lhes dá o direito de advogar. O tempo, contudo, foi curto para ela frequentar os tribunais como profissional. “Estava na melhor fase da vida dela, não tinha como isso ter acontecido. Acabou de passar na OAB e em mais dois concursos públicos. Estava só esperando ser chamada. Tinha conseguido um trabalho no MEC. Estava muito bem”, comentou o bombeiro Leandro Marra, 30 anos, casado com uma prima de Letícia.

Religião

Embora tivesse na mãe a melhor amiga, Letícia desagradou a genitora ao se converter do catolicismo para a religião evangélica. “A mãe dela ficou bem chateada, porque é católica fervorosa. Mas, fora isso, as duas tinham uma relação muito próxima”, lembrou a amiga. Letícia não contou com a presença constante do pai durante a criação. “Eles eram distantes, mas com a mãe era diferente: eram grudadas. Kênia está destruída”, lamentou.

A vítima só tinha irmãos por parte paterna, mas eles não mantinham muita proximidade. “A responsável pelo que sou. Hoje é Dia dos Pais, mas ela foi pai e mãe! Então, honrai pai e mãe – e as ‘pães’! Quando se trata de amor, temos de sobra! Que Deus nos conserve assim! Eu te amo! Eternamente grata pela mãe maravilhosa que você é”, escreveu na conta pessoal do Instagram, no início do mês.

Amigos e conhecidos também exaltam as qualidades da jovem assassinada pelo serial killer Marinésio, assim classificado pelos investigadores. “Tão jovem, cheia de sonhos, com uma vida toda pela frente. Volto no tempo e a vejo nas aulas do Espaço Campus e também ao meu lado na campanha de 2018, fazendo toda a diferença. Linda, inteligente, tão feliz… É a melhor lembrança que tenho”, escreveu o deputado federal Professor Israel (PV-DF), para quem Letícia trabalhou nas últimas eleições.

Família

Letícia estava casada havia cerca de oito anos, com o educador físico Kaio Fonseca, 25, um dos únicos namorados que teve. Além do período oficial, ainda namoraram por um tempo. Com ele, teve um menino, hoje com cerca de 3 anos, que mora no apartamento do casal, no bairro de Arapoanga. A família vive em um cômodo que está em construção, dentro de um prédio erguido pelo pai de Kaio. Embora tenha aspecto simples, a casa mantinha a energia de quem estava crescendo na vida, segundo amigos.

Nas redes sociais, Letícia não poupava declarações de amor à mãe e também as fazia ao filho e ao marido. “Quando você casa com quem te olha assim… Feliz aniversário, amor! Que Deus te abençoe e proteja sempre! Obrigada por me motivar e estar sempre ao meu lado! Que seus sonhos se realizem! Te amo”, escreveu ela em homenagem ao aniversário do companheiro, comemorado em setembro.

O filho, de quem não costumava se desgrudar, também recebia homenagens constantes da mãe pelas redes sociais. “Meus traços nos seus traços, seu tipo sanguíneo igual ao meu, seu coração já esteve dentro de mim, éramos unidos por um cordão, toda a ciência e biologia nunca explicará a perfeição de Deus! Presente que Deus me concedeu, ter, viver e aprender. Ser mãe do ‘homem de Deus que é senhor do lar’ significa milagre!”, registrou em uma publicação. “Por esse sorriso que eu vou sempre lutar!”, publicou como legenda em outra foto, na qual ela aparece com o pequeno.

“Mãe exemplar”

Para poupar o filho do casal da tragédia, o pai o levou para a casa de uma tia, um dos locais preferidos do menino, onde ele costuma passar vários fins de semana. “Ele ainda não perguntou pela mãe porque tem o costume e adora ficar na casa dessa tia. Eu pedi para levarem um monte de brinquedos dele para lá e entrei em contato com alguns primos para que eles também levassem os filhos para brincar com ele. Mas eu tenho certeza, assim que ele pisar aqui em casa, a primeira pergunta vai ser: ‘Cadê a mamãe?’”.

Kaio disse que ela era uma mãe exemplar e que só partia para os compromissos de trabalho após, logo cedo, embarcar o filho no transporte para a creche. “Acho que eu não vou ter palavras se eu me encontrar com ela de novo. A saudade é grande e ninguém espera passar por isso. Minha vontade é de abraçar, tocar, sentir que ela está viva. É atrás disso que a gente corre. Se tivesse acontecido algo mais grave, creio que a polícia nos teria avisado”, disse Kaio antes de saber o fim trágico da esposa.

Confirmação do assassinato

A Polícia Civil encontrou o corpo de Letícia na tarde dessa segunda-feira (26/08/2019). De acordo com fontes policiais, o suspeito, que foi preso na madrugada de domingo (25/08/2019), levou os investigadores ao local do crime. O cadáver estaria dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250. À PCDF, Marinésio teria dito que conhecia a vítima de vista. Relatou ter parado no ponto de ônibus e oferecido carona para a jovem até a rodoviária do Paranoá. Ela teria aceitado e, no caminho, o homem teria assediado Letícia, que recusou a investida.

Marinésio, então, teria esganado a funcionária do MEC até a morte e desovado o corpo dela em manilha situada às margens de uma estrada que fica na região do Vale do Amanhecer, em Planaltina. Após matar a mulher, conforme confessou, furtou os pertences pessoais de Letícia, segundo fontes da PCDF. A movimentação de policiais e familiares da vítima no local era grande por volta das 16h30.

Há imagens de circuito de segurança que mostram Letícia entrando no veículo do acusado em uma parada de ônibus no Setor Arapoanga, após uma rápida conversa entre eles, de 10 segundos, na manhã dessa sexta-feira (23/08/2019).

O delegado Fabrício Paiva, chefe da 31ª DP (Planaltina), informou que a funcionária do MEC foi sozinha até a parada de ônibus, de onde seguiria para o trabalho, na Esplanada dos Ministérios. Ela havia combinado de almoçar com a mãe por volta das 12h. Como Letícia não apareceu, a família começou a ligar e mandar mensagem para a jovem, mas o telefone estava desligado.

O aparelho foi encontrado no banco de trás do carro de Marinésio. A Polícia Civil ainda não definiu os crimes pelos quais o assassino confesso responderá, mas fontes da corporação informaram o Metrópoles de que, a depender das apurações, o suspeito pode ser indiciado por feminicídio, roubo, ocultação de cadáver e, se a perícia confirmar, violência sexual e estupro.

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Preso, assassino confessou que tentou estuprar universitária em Bom Jardim e a matou estrangulada

O bandido Daniel Santos Sousa foi preso hoje como suspeito de ter assassinado a jovem secretária de escola em Bom Jardim, Thays Andrade, 26, por estrangulamento na madrugada de ontem, segunda-feira, dia 19, entre as 2h às 4h. Thaís foi morta  dentro do próprio quarto de sua residência.

Ele ainda tem as marcas das unhas da vítima tentando estuprá-la e não conseguiu. O monstro, então, a estrangulou e fugiu. Ele já foi transferido para a delegacia de Santa Inês.  

O cruel bandido, assim que foi preso de manhã, negou o crime, mas no início da tarde confessou tudo. Ele tem uma extensa folha corrida de assaltos e arrombamentos a residências, além de estupro. Só vivia sendo preso e solto. O canalha é conhecido como “Filho dos Pastor”.

A jovem Thays (foto abaixo) era secretária da Escola Municipal Ney Braga e era bastante querida no local de trabalho e também na cidade de Bom Jardim. Estudava na Uema, curso de Letras, em Santa Inês.

Mistério em Bom Jardim: com sinais de estrangulamento, jovem é encontrada morta dentro do quarto

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