A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Educação e tem como público-alvo estudantes do 5º e do 6º ano do Ensino Fundamental

Na manhã desta terça-feira, 5, a prefeita de Rosário, Irlahi Moraes (PMDB), participou do encerramento de mais uma turma do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd). A cerimônia aconteceu na Igreja Ebenézer, localizada no Centro de Rosário, e também contou com a participação do secretário de Educação do município, Joaquim Francisco de Sousa Neto, do presidente da Câmara de Vereadores, Luís Carlos de Oliveira (Kiko), além de autoridades da polícia e de instrutores do Programa.

O Proerd tem por objetivo orientar pais e alunos sobre os danos causados pelo uso das diversas drogas, incluindo álcool e cigarros. Vem sendo desenvolvido desde 2003 no município e tem duração que varia entre 8 e 10 semanas. Esta é a segunda etapa do Projeto, que já beneficiou 447 estudantes da rede municipal.

Segundo Irlahi Moraes, o Programa Educacional de Resistência às Drogas é uma das ações que vêm sendo desenvolvidas para evitar que crianças e adolescentes se envolvam com a violência e com a criminalidade. “Desde o início de nossa gestão estamos dando atenção a esta área, pois sabemos que, infelizmente, estas são problemáticas reais em todo o Brasil e que também podem atingir os jovens rosarienses”, justificou.

Metodologia

O secretário de Educação de Rosário, Joaquim Francisco de Sousa Neto, explica que o Programa Educacional de Resistência às Drogas utiliza uma cartilha, onde há de 8 a 10 etapas, dependendo do tempo de duração que será adotado, com conteúdo repassado por meio de palestras e reuniões. Segundo ele, estas são estratégias que têm dado certo. “Estamos atingindo nossos objetivos. Já atingimos quase três mil estudantes, que, além de assimilarem o conteúdo, atuam como agentes disseminadores nas comunidades que vivem”, afirma.

O sargento Dimas, instrutor do Proerd em Rosário, explica que uma das maiores satisfações é perceber que o Programa está ajudando a construir vidas. “Estamos trabalhando duro, mas todo esforço vale à pena quando se quer ajudar meninos e meninas a se tornarem grandes homens e grandes mulheres”.

O depoimento do estudante José Eduardo Lopes, 10 anos, confirma o que destacou o sargento Dimas. “Todos nós gostamos muito de ter participado. Aprendemos muitas coisas, principalmente a evitar falar com estranhos e ficar bem longe de situações perigosas e das drogas”, contou.

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