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Luís Cardoso – Bastidores da notícia

Bastidores de notícias de política, judiciário, crime e esportes.

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Caravana da saúde realiza centenas de atendimentos na Zona Rural de Monção

Política
 

A Prefeitura de Monção através da Secretaria Municipal de Saúde realizou com sucesso o mutirão da Saúde.

.imageA ação teve como anfitriã a comunidade Areias na zona rural do município que recebeu as demais comunidades vizinhas que realizaram diversos atendimentos nas áreas da saúde e contou com os seguintes profissionais: Médicos – Dr. Tomaz – cardiologia, Dr. Rafael – ultrassom, Dr. Luís Elouf, Dr. Wagner, Dr. Walfrido e Dr. Claro, Enfermeiros: Lidiane, Aline, Andréia, Cláudia, Suellen, Mara e Fernando, Dentistas: Glauber e Mayra, Técnicos em enfermagem e um grande número de voluntários.

Com a Ação cerca de 700 pessoas da zona rural do município foram atendidas e realizam os seguintes serviços: Ultrassonografias, atendimentos odontológicos consultas com médico cardiologista, eletrocardiogramas, consultas com clínico geral, preventivos, atendimentos com enfermeiros, e procedimentos como: curativos, coletas de exames, vacinas e palestras educativas, consultas e atendimentos que na maioria dos casos de simples resolução.

Para o prefeito Queiroz em meio à crise que o pais enfrenta, ações de saúde em mutirão são essenciais e não mudam só a vida da pessoa, mas também a dos médicos e de todos os voluntários envolvidos e é muito gratificante”, e irão se estender a todo município.

Médico que fez campanha para Flávio Dino pede respeito à categoria

Política
 

Dr. Alan, médico que era um dos maiores entusiastas da campanha comunista do então candidato a governador, Flávio Dino, pelo visto, se arrependeu de ser um dos colaboradores da campanha vitoriosa.

No vídeo abaixo, o médico exige do governador mais respeito para com sua categoria que vem recebendo salários com atrasos, além de falta de condições de trabalho.

Veja o vídeo do desabafo do dr. Alan:
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Agora lascou: 33 homens abusaram, mas laudo informa que não houve estupro

Política
 

É no minimo uma piada o laudo da perícia concluiu não teve estupro no dia em que uma menor de 16 anos  foi abusada por 33 homens em uma favela do Rio de janeiro. O Chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, havia adiantado ontem que ” o laudo pode contrariar o senso comum a respeito do caso”.

Sem título

A perícia alega que houve demora na realização dos exames (quatro dias), mas o vídeo mostra que havia um estado de inflamação de mucosa de vagina da menor, além de jogar as imagens na internet.

Nos áudios gravados por alguns participantes do crime, eles deixam claro que a menor foi abusada por mais de 30 homens drogados. Ela disse em depoimento que foi para a casa do jogador de futebol com quem saia e amanheceu em outra casa nua com 33 homens encapuzados e armados.

Antes do resultado da perícia, o delegado do caso tentou jogar a culpa na moça, até questionando se ele gostava de fazer sexo com vários homens.

Como a perícia diz que não houve estupro, então ninguém será punido pelo o que eles querem incutir como sexo consentido. Uma lástima!

TJ recusou, mas MP acatou pedido para investigar deputados de oposição no Maranhão

Política
 
Deputada Andrea Murad

Deputada Andrea Murad

O Tribunal de Justiça do Maranhão se recusou a aceitar pedido para que a Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (Seccor) investigasse os deputados Souza Neto e Andréa Murad por suposta lavagem de dinheiro da Secretaria de Saúde para campanha eleitoral.  Ao contrário de devolver a solicitação, encaminhou para a Procuradoria Geral de Justiça, que é o órgão competente para investigar parlamentares por causa do foro privilegiado.

A formulação do pedido foi feita com o aval da Secretaria de Transparência e Controle, dirigida por Rodrigo Lago, que teve o pai, ex-deputado Aderson Lago, investigado e quase preso por ordens da então governadora Roseana Sarney.

Deputado Souza Neto

Deputado Souza Neto

O pedido tem as impressões digitais do Governo do Maranhão e visa mostrar que houve lavagem de dinheiro nas campanhas eleitorais dos deputados estaduais Sousa Neto e Andréa Murad, genro e filha de Ricardo Murad, ex-secretário de Saúde.

As investigações, conforme publicado com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, miram para  o desvio de recursos na execução da obra do hospital de Rosário, avaliada em R$ 18.291.624. 49, e recebidos pela Ires Engenharia, mas o empreendimento nunca foi concluído. Em contrapartida, a empresa doou R$ 100 mil para cada candidato em 2014.

O pedido ao TJ foi negado por unanimidade e deveria ter sido devolvido à Polícia Civil. O Tribunal, então, auxilou a Seccor e encaminhou a solicitação para a PGJ.

Se não cheirasse a vingança pelo trabalho que os dois deputados dão ao governo, correto seria investigar ao menos mais da metade dos parlamentares que se elegeram ou reelegeram às custas do erário estadual e municipal.

Abaixo o documento publicado no Blog do Neto Ferreira

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Bebê de três meses morre por negligência médica em Itaipava do Grajaú

Política
 

Os pais da criança utilizaram as redes sociais para denunciar a péssima administração do prefeito do município e o despreparo do setor de saúde. A família ficou peregrinando por várias horas em busca de atendimento e ambulâncias que pudessem socorrer a criança mas não adiantou. 

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A morte de uma criança de três meses tem gerado revolta entre a população do municipío de Itaipava do Grajaú. De acordo com informações, o déficit na saúde, a falta de médicos, medicamentos, ambulâncias teria sido os principais motivos para que o bebê Enzo viesse a falecer na última sexta-feira (27).

Os pais se dirigiram para a principal unidade de saúde do município mas tiveram que esperar cerca de duas horas até que o vigia pudesse abrir as portas do órgão. Após muita espera a criança foi atendida, medicada e mandada de volta para a casa.

O estado de saúde da criança agravou e uma nova tentativa de atendimento foi feita no hospital, mas a família alega que nada foi feito para reverter a situação, tendo ainda, sidos destratados pelas enfermeiras.

Quando resolveram providenciar uma ambulância em estado precário já era tarde demais, o bebê Enzo acabou não suportou a dor e faleceu nos braços da mãe.

Negligência médica ou não, algo poderia ter sido feito dentro do hospital para tentar salvar a vida do bebê que chorava de dor.

 

 

Investigações sobre o estupro coletivo no Rio de Janeiro terão novos comandos

Política
 

O chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso, transferiu para  a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima todas as investigações sobre o caso do estupro coletivo contra uma menor de 16 anos.

Estupro no Rio chocou opinião pública e mobilizou polícia (Foto: Agência Brasil) (Foto: O Momento em que o delegado anuncia a transferência (Foto Agência Brasil)

A medida foi tomada em razão das fortes críticas que o delegado de Repressão aos Crimes de Informática, Alessandro Thiers, vem sofrendo por causa da posição dele que chegou até a culpar a menor pelo ato cruel e desumano acontecido no sábado, dia 21, em uma favela carioca.

 A situação ficou mais complicada para o delegado depois em que tomou o depoimento de um dos 33 estupradores e ele confirmou ter feito o vídeo dela nua e jogado na internet, além de afirmar ter tido relações sexuais com a menor, e a autoridade não ter solicitado a prisão do bandido.

O Chefe da Polícia adiantou que existem as possibilidades da prisão de alguns suspeitos nesta segunda-feira.

Deputado Wellington reforça solicitações em defesa da Segurança Pública no Maranhão

Política
 

Durante pronunciamento, na tarde desta segunda-feira (23), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna para cobrar que suas solicitações em defesa da Segurança Pública no Maranhão sejam colocadas em prática. Para Wellington, o atual contexto presenciado pelos maranhenses revela a pertinência de se convocar mais policiais, implantar Unidades de Segurança Comunitária, dentre outras medidas.

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“Nossa preocupação, desde o início do mandato, foi e é em defesa do povo do Maranhão. Como cidadão, eu sempre tive a preocupação quanto à insegurança. Como parlamentar, encarei como um desafio cobrar medidas que combatam a violência em nosso estado. Por isso, várias e várias foram as vezes em que solicitei a convocação de policiais militares, policiais civis e, ainda, a implantação de Unidades de Segurança Comunitária. Se tais medidas já tivessem sido adotadas, talvez hoje nossa população não estivesse refém da violência que, ultimamente, ‘dominou’ nossa cidade.”,

Ao ser questionado sobre a onda de violência que assombra, principalmente, São Luís, o deputado Wellington mencionou que não há de se falar em solução imediata, já que a violência é um “problema estrutural”.

“Nós não podemos fechar os olhos e iludir a população afirmando que o problema da violência será solucionado em nossa capital. Não, enquanto a educação não for priorizada, a saúde for negada e a geração de emprego e renda for inexistente, nós teremos sim que conviver com a criminalidade. Precisamos sim investir em Segurança Pública, óbvio, mas não podemos esquecer que a violência é um problema estrutural: decorre da ineficácia das políticas públicas. Caso não concedamos oportunidades aos jovens, nós continuaremos perdendo para a criminalidade. O Estado precisa entender que ações de Segurança devem ser colocadas em prática sempre, e não apenas quando ônibus forem incendiados.”, concluiu.

Dentre as solicitações feitas por Wellington desde o início do mandato, destacam-se:
• Ações voltadas para a valorização dos policiais militares, civis e bombeiros (LOB e PEC 300 estadual);
• Implantação de Unidades de Segurança Comunitária em diversos bairros de São Luís;
• Convocação dos aprovados no último concurso da Polícia Militar;
• Convocação dos aprovados no concurso da Polícia Civil (delegados, peritos, investigadores e auxiliares de perícia);
• Implantação de Postos de Fiscalização fixos da Companhia de Polícia Rodoviária Estadual.

Soldado da PM conversa em japonês com turistas no Centro Histórico

Política
 

Ontem foi realizado a Operação Turista Seguro na região do Centro Histórico. Na ocasião, cerca de 70 japoneses visitavam o local. 

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A CPTur é uma companhia especializada onde existem no local PMs que falam e entendem outras línguas. Um único PM abrigado na companhia fala e entende a língua japonesa.

E ontem o SD PM Silveira foi quem acompanhou os turistas pelo local, assim como todas as vezes que São Luís recebe a visita de japoneses o soldado é acionado para recebê-los, mesmo estando de folga.

A segurança e o acompanhamento que o grupo teve foi muito agradecida, além de ter sido bastante eficaz a presença do soldado Silveira.

Venda fictícia bancou eleição de Waldir Maranhão

Política
 

 

Juliana Castro e Ruben Berta – O Globo
SÃO LUÍS E RIO – Alçado à presidência interina da Câmara após o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no início do mês, Waldir Maranhão (PP-MA) mentiu à Justiça Eleitoral maranhense num processo de investigação de suas contas eleitorais, o que pode, agora, criar-lhe novos problemas jurídicos e agravar sua situação política — fragilizada a ponto de impedir que ele consiga presidir uma simples sessão ordinária sem ser alvo dos protestos de seus pares.
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Em 2010. Na declaração de bens, Maranhão disse ter R$ 16,5 mil em dinheiro, mas doou quase R$ 557 mil em espécie á própria campanha-Givaldo Barbosa/ Agência O Globo

Para explicar os recursos arrecadados para a campanha de 2010, Maranhão informou à Justiça Eleitoral ter doado para si mesmo R$ 557,6 mil, ou 68% do custo total. No processo aberto para apurar possíveis irregularidades na prestação de contas, o parlamentar afirmou que vendeu sua casa, em um dos bairros mais nobres de São Luís. Mas, como O GLOBO constatou, o imóvel nunca deixou de estar em nome do deputado e de sua mulher, a pedagoga Elizeth Azevedo, e é o local onde o casal vive até hoje. De acordo com especialistas, o parlamentar pode ser alvo de uma ação criminal ou eleitoral por fraudar as contas de campanha.

Desde que assumiu a presidência interina da Câmara, Maranhão vive a insólita situação de não poder desempenhar suas funções. No capítulo mais surpreendente do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, o deputado anulou na véspera a sessão de votação na Câmara, mas, poucas horas depois, voltou atrás. Sua atitude gerou revolta, e, desde então, ele vive sob os protestos de colegas, que já gritaram “Fora, fora, fora”, expulsando-o do plenário. Nos bastidores, há uma articulação para esvaziar os poderes do presidente interino.

Em 2010, Waldir Maranhão empregou R$ 821,7 mil em sua tentativa de se reeleger deputado, sendo R$ 557,6 mil de recursos próprios. Os números chamaram a atenção do Ministério Público Eleitoral (MPE) pelo fato de o parlamentar ter declarado possuir um patrimônio de apenas R$ 16,5 mil.

SUPOSTO COMPRADOR É ALIADO

Nos autos do processo sobre a prestação de contas, Maranhão argumentou que obteve empréstimo de R$ 98 mil do Banco do Brasil e que o restante veio da remuneração que recebeu ao longo dos anos como parlamentar e secretário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, no governo de Roseana Sarney. Segundo a defesa do deputado, esse dinheiro não apareceu na declaração de bens à Justiça Eleitoral porque houve erro quando seu partido preencheu o registro de candidatura.

No entanto, diante da desconfiança dos promotores, Maranhão mudou a versão. Disse que, além do empréstimo, a renda veio também da venda de sua casa, no número 370 da Alameda Campinas, em Olho D’Água, por R$ 550 mil, a João Martins Araújo Filho. Chegou a apresentar uma promessa de compra e venda do imóvel assinada por ambos.

Os vínculos entre Maranhão e Martins não são poucos. Em dezembro de 2009, o parlamentar era secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, quando nomeou Martins para o cargo de superintendente de Educação Superior e Profissional. Em 2010, o suposto comprador da casa doou R$ 11 mil à campanha do deputado. Hoje, Martins preside a Comissão Setorial de Licitação da Secretaria de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) do Maranhão, órgão onde estão lotados outros seis doadores de campanha de Maranhão e duas irmãs do parlamentar.

A explicação não convenceu, e a Justiça Eleitoral desaprovou suas contas eleitorais. O Ministério Público entrou com uma representação pedindo a perda de seu mandato, pela não comprovação da origem de parte dos recursos financeiros arrecadados em 2010.

A defesa alegou que o pagamento pela venda da casa seria feito em três parcelas. No entanto, o sigilo bancário de Maranhão foi quebrado, e não havia nenhum repasse dos valores. Outra evidência da fraude é que o imóvel continua no nome do parlamentar e da mulher, conforme documento obtido pelo GLOBO no 1º Registro de Imóveis de São Luís.

Num primeiro contato, o advogado de Maranhão, Michel Saliba, alegou que a efetivação da compra no cartório é obrigação do comprador:

— O registro é só um detalhe. Hoje, os custos são muito altos, o que inibe as pessoas de fazer. Isso é algo que valeria, inclusive, uma reportagem. Mas, enfim, se o comprador não fez, não é culpa do deputado.

Porém, o próprio parlamentar voltou a declarar o imóvel à Justiça Eleitoral em 2014. Em um segundo contato, o advogado alegou não saber da informação e que pode ter havido um erro:

— O fato de constar na declaração pode ter sido um mero equívoco do contador.

O GLOBO foi ao número 370 da Alameda Campinas na última quarta-feira e, ao chegar lá, deparou-se com um Toyota Hilux 4X4, com a placa JHO-0934, de Brasília, estacionado em frente ao endereço. O veículo, com essa mesma placa, foi declarado por Maranhão na campanha de 2010, à época com valor de R$ 160 mil.

Ao pedir para falar com Maranhão ou a mulher, O GLOBO confirmou que os dois moravam no imóvel e foi avisado de que eles não estavam em casa. Um funcionário disse não saber a que horas os dois voltariam e anotou o número de contato do GLOBO. O presidente interino da Câmara e a mulher não retornaram.

Após inúmeros recursos, os promotores pediram, e o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) arquivou o caso em 2015 — não porque o deputado tenha provado a origem do dinheiro, mas porque o mandato dele já havia terminado em 2014. Sem mandato para ser cassado, houve perda de objeto. Por conta disso, o caso nunca chegou a ser julgado.

‘NÃO RESPONDE A PROCESSO’

Procurado pelo GLOBO por e-mail, Maranhão não tratou das evidências de que prestou informações falsas à Justiça Eleitoral. Limitou-se a dizer que não responde a processo:

“A assessoria de imprensa da presidência da Câmara informa que o presidente Waldir Maranhão não responde a qualquer processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em sessão realizada em maio de 2015, o pleno do tribunal decidiu que a ação que pesava contra o parlamentar teve perda de objeto e, por isso, foi arquivada. O próprio MPE — autor da ação contra o parlamentar — admitiu a perda de objeto da ação, já que pedia a perda do mandato obtido em 2010”, diz a nota enviada pela assessoria.

Diante das evidências de que não houve a venda da casa, especialistas afirmam que o parlamentar ainda pode sofrer processos, mesmo depois de o TRE do Maranhão ter arquivado o caso. Para a procuradora Silvana Batini, professora da FGV Direito Rio, há suspeita de crime de falsidade ideológica para fins eleitorais:

— Mesmo que o documento (a promessa de compra e venda apresentada por Maranhão no processo) seja materialmente verdadeiro, a ideia que ele expressa foi inventada. Isso expressa o crime eleitoral de falsidade ideológica, com a pena de até cinco anos de prisão. Como ele é deputado federal, se ele fosse responder por esse crime, seria no Supremo Tribunal Federal, porque, independentemente da natureza do crime, ele vai responder sempre no STF — disse.

Para Silvana, não caberia uma ação de natureza fiscal, porque, por jurisprudência do Supremo, só há crime de sonegação se a Receita Federal afirmar que houve sonegação; mas, como o órgão tem cinco anos para chegar a essa constatação, prazo que já passou, não haveria como processá-lo.

Para Eduardo Nobre, sócio fundador do Instituto de Direito Político e Eleitoral (IDPE) e advogado do escritório Leite, Tosto e Barros, apesar de o processo de 2010 ter sido extinto, se for comprovada a fraude, ainda pode haver consequências para o deputado:

— Se ele disse na declaração de 2014 que possuía um imóvel que havia declarado ter vendido em 2010, ele pode estar incorrendo, em tese, em falsidade eleitoral. É algo que pode ser levantado — afirmou o especialista.

Outra questão ressaltada por Nobre é uma possível implicação criminal:

— A divulgação de que há essas divergências nas declarações do deputado pode provocar o Ministério Público a abrir um inquérito para apurar um suposto crime fiscal. Pode ser pedida a quebra de sigilo do parlamentar para que possa ser verificado o que ele efetivamente declarou para a Receita Federal.

O GLOBO pediu ainda explicações a João Martins Araújo Filho, mas não houve resposta. A equipe do jornal encontrou-o em seu local de trabalho, mas ele se negou a falar sobre o caso.

— Eu não sou obrigado a dar nenhuma declaração para a imprensa — disse, expulsando O GLOBO de sua sala na Secretaria de Cidades e Desenvolvimento Urbano.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/venda-ficticia-bancou-eleicao-de-waldir-maranhao-19390548.html#ixzz4A2rZOSIP

Líder de facção criminosa reage e manda “caçar” os 33 estupradores de menor

Política
 

O líder do Bonde do Marreta, que encontra-se em um presídio no Rio da Janeiro, determinou a “caça” aos 33 estupradores que cometeram o crime na área do domínio de sua facção. A menor que foi estuprada recebeu solidariedade do Brasil todo e de organismos internacionais.

Sem título

De dentro do presídio a ordem partiu e já começou a ser cumprida. Ontem, nas redes do Bonde do Marreta espalharam as fotos da primeira vítima, que ficou com o corpo todo retalhado.

Ouça abaixo um dos liderados falando ao grupo:





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